sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Vale a pena Ler de novo
As seis cordas
Federico Garcia Lorca
"A guitarra
faz soluçar os sonhos.
O soluço das almas
perdidas
foge por sua boca redonda.
E, assim como a tarântula,
tece uma grande estrela
para caçar suspiros
que bóiam no seu negro
abismo de madeira."
Releituras
Federico Garcia Lorca
"A guitarra
faz soluçar os sonhos.
O soluço das almas
perdidas
foge por sua boca redonda.
E, assim como a tarântula,
tece uma grande estrela
para caçar suspiros
que bóiam no seu negro
abismo de madeira."
Releituras
Últimas Notícias
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Kaká poderá ir para o futebol inglês
Kaká considera transferência para o futebol inglês MILÃO (Reuters) - O jogador do Milan Kaká disse que não descarta uma mudança para o futebol inglês no futuro, após ter conversado com os colegas de seleção brasileira Robinho e Elano sobre suas experiências no Manchester City. Artigo Completo
Ásia reage por conta de commodities
Mercados na Ásia fecham em alta pelo 6o dia consecutivo HONG KONG (Reuters) - As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em alta nesta sexta-feira, marcando o sexto dia consecutivo de ganhos. O movimento na sessão foi puxado por ações relacionadas ao segmento de commodities em Hong Kong e na Austrália.
Artigo Completo
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Isto é uma vergonha
TSE mantém Cunha Lima no cargo até julgamento de recurso RIO (Reuters) - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que cassou o mandato do governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), concedeu liminar nesta quinta-feira que garante a permanência do governador no cargo até o julgamento de novo recurso no próprio tribunal.
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Recebendo ajuda
Cidades isoladas têm acesso liberado em SC; há 99 mortos RIO (Reuters) - Milhares de pessoas isoladas há dias em cidades de Santa Catarina devido às fortes chuvas, que deixaram 99 mortos no Estado, serão a prioridade de auxílio das autoridades, após alguns municípios terem tido o acesso terrestre liberado nesta quinta-feira pela primeira vez desde o fim de semana.
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Japão sai do Iraque
Japão encerra seu envolvimento militar no Iraque TÓQUIO (Reuters) - O Japão está encerrando seu envolvimento militar no Iraque, anunciando na sexta-feira a retirada da missão de sua força-aérea cuja função é levar suprimentos às forças lideradas pelos Estados Unidos na região.
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Presidente do México desqualifica sua polícia
Calderón diz que metade da polícia mexicana não é qualificada MÉXICO (Reuters) - O presidente mexicano, Felipe Calderón, que trava uma guerra contra os cartéis de drogas, disse na quinta-feira que metade dos policiais que passaram por testes recentemente não está qualificados para desempenhar o serviço.
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Mumbai cercada caça militantes islâmicos
Cerco a Mumbai se aproxima do fim e tropas caçam militantes MUMBAI (Reuters) - Tropas indianas trocam tiros com militantes islâmicos enquanto se aproxima o fim do cerco a um hotel de luxo e a um centro judaico em Mumbai na sexta-feira. Militantes, no entanto, ainda mantêm alguns estrangeiros reféns, segundo autoridades.
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CBN Notícias
Notícias:
Após ataques, polícia indiana invade hotéis para libertar refénsA polícia indiana invadiu dois hotéis de luxo de Mumbai para libertar reféns que estão em poder de terroristas. Os criminosos são responsáveis pelos ataques e tiroteios que deixaram mais de 100 mortos e 300 feridos. Os policiais estariam entrando de quarto em quarto. O primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, afirmou que o ataque foi "bem planejado e provavelmente contou com ajuda externa".
Reportagem CBN
Não há mais municípios isolados em Santa Catarina. Número de mortos chega a 97A Defesa Civil de Santa Catarina informou que não há mais cidades isoladas por causa dos estragos causados pelas chuvas. Garuva foi o último município a ter o acesso desbloqueado. Dez cidades decretaram estado de calamidade pública. Uma torre de telefonia ameaça cair sobre a BR-470. Pelos menos 97 pessoas morreram e 19 estão desaparecidas.
Reportagem CBN
Após ataques, polícia indiana invade hotéis para libertar refénsA polícia indiana invadiu dois hotéis de luxo de Mumbai para libertar reféns que estão em poder de terroristas. Os criminosos são responsáveis pelos ataques e tiroteios que deixaram mais de 100 mortos e 300 feridos. Os policiais estariam entrando de quarto em quarto. O primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, afirmou que o ataque foi "bem planejado e provavelmente contou com ajuda externa".
Reportagem CBN
Não há mais municípios isolados em Santa Catarina. Número de mortos chega a 97A Defesa Civil de Santa Catarina informou que não há mais cidades isoladas por causa dos estragos causados pelas chuvas. Garuva foi o último município a ter o acesso desbloqueado. Dez cidades decretaram estado de calamidade pública. Uma torre de telefonia ameaça cair sobre a BR-470. Pelos menos 97 pessoas morreram e 19 estão desaparecidas.
Reportagem CBN
O remédio pode estar errado
Por:Fabiane Stefano
Revista EXAME
As medidas do governo para jogar dinheiro no mercado esbarram num problema complicado - ninguém quer emprestar a ninguém.
O agravamento da crise mundial e a conseqüente escassez de crédito têm instigado o apetite por recursos públicos das mais diferentes procedências. Em outubro, a agricultura brasileira conseguiu do governo 5 bilhões de reais em crédito para o financiamento da atual safra de grãos. Em novembro, os ruralistas pleiteavam outros 3,5 bilhões de reais para enfrentar a crise. As montadoras também ganharam seu quinhão. Foram 8 bilhões de reais liberados pelo Banco do Brasil e pela Nossa Caixa, de São Paulo, para os bancos das montadoras, que financiam a compra da maioria dos carros novos no país - dinheiro correspondente à necessidade de apenas dois meses de vendas. "Se as linhas normais não forem restabelecidas, o setor vai precisar de uma nova rodada de crédito", diz Luiz Montenegro, presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras. Nas últimas semanas, o governo injetou 52 bilhões de reais para reativar o crédito em diferentes setores da economia brasileira. O número não leva em conta outros 56 bilhões de reais em liberação de depósitos compulsórios, recursos antes bloqueados pelo Banco Central, e muito menos os mais de 100 bilhões de reais direcionados à venda de dólares à vista para o comércio exterior. Tudo somado, desde que a crise deixou de ser mera hipótese para se transformar em perigo imediato, o governo brasileiro já destinou mais de 200 bilhões de reais para conter os estragos da turbulência global. Todas as medidas visam a um único propósito: garantir liquidez no mercado para girar o motor do crédito. Mas, a cada novo dia da crise, esse volume de recursos parece mais insuficiente para tapar todos os buracos abertos na economia - até porque, a cada novo dia da crise, outros setores, entidades e empresas se apresentam para receber algum tipo de ajuda. Até que ponto jogar dinheiro público no mercado faz sentido para uma economia na situação da brasileira? E como escolher quem será beneficiado? Os sinais de efeito, até agora, não são muito animadores. Na primeira quinzena de novembro, houve um recuo de quase 20% na venda de carros novos - embora fontes do governo afirmem que já há sinais de recuperação do crédito. O número de geração de empregos formais também havia caído em outubro, quando parte das medidas já havia sido anunciada. E, mesmo depois delas, as expectativas do empresariado não melhoraram: quase 60% da indústria prevê vendas menores em 2009, de acordo com sondagem da Confederação Nacional da Indústria. "As medidas são paliativas. Ajudam, mas não resolvem o problema real, que não é de falta de dinheiro", diz Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central. "A questão é que os recursos continuam represados nos grandes bancos." Nos últimos anos, o crédito tem cumprido um papel essencial na economia brasileira. Hoje, o crédito equivale a 39% do PIB, percentual ainda considerado baixo perto de outras economias emergentes, como o Chile e a China, que emprestam, respectivamente, 82% e 114% do PIB. Mas esse indicador tem avançado rapidamente no Brasil - em 2005, essa relação era de 28%. A rápida expansão mostra como o crédito se tornou um dos principais motores da economia - e é esse motor que mais está sentindo os efeitos da crise internacional. A turbulência nos mercados provocou um fechamento quase total das linhas externas, antes captadas pelos bancos e pelas grandes empresas, o que sobrecarregou o sistema nacional. Com menos dinheiro externo e mais incerteza no mercado, os bancos reduziram prazos e aumentaram taxas de juro e garantias - e isso afugentou a clientela. O resultado é que o dinheiro ficou empoçado. Segundo analistas, as instituições financeiras não estariam repassando recursos nem para seus pares de pequeno e médio porte. De acordo com a Integral Trust, consultoria na área bancária, os custos de captação para os bancos pequenos e médios triplicaram. EXAME apurou com uma alta fonte do governo que, em boa parte, o dinheiro estaria parado nos grandes bancos oficiais, como Banco do Brasil, Caixa e Nossa Caixa - menos ágeis e mais burocráticos. Até o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já reclamou dos grandes bancos brasileiros, segundo ele responsáveis por reter os recursos em carteira. "O Banco Central vai ter de tomar uma atitude e tomar o dinheiro de volta", ameaçou Lula, caso os recursos liberados ao sistema bancário não sejam efetivamente usados para a concessão de empréstimos. As ameaças presidenciais, pelo menos até agora, não resolveram a questão. A Predileto Alimentos, dona do Moinhos Cruzeiro do Sul, é uma das muitas companhias que já sentem o represamento dos recursos. "Os bancos estão mais restritivos. Ficou mais difícil e mais caro renovar operações de crédito", diz Antenor de Barros Leal, vice-presidente da empresa. "Só quem está capitalizado está conseguindo atravessar esse momento", diz Rubens Menin, presidente da construtora MRV. A empresa fez seu IPO em 2007 e levantou 1,2 bilhão de reais - parte do dinheiro está sendo utilizada agora nas despesas correntes. O setor de construção foi um dos primeiros a receber a notícia de que haveria um pacote de socorro - seriam 3 bilhões de reais para a construção civil -, mas até agora os recursos, em teoria destinados a linhas de capital de giro e compra de recebíveis das construtoras, não saíram do papel. Tratamentos contra a crise? É um consenso entre os economistas que a medida mais eficaz para dar vazão aos recursos para a economia seria a redução ainda maior do compulsório. Hoje, o Brasil represa cerca de 8% do PIB em forma de depósitos compulsórios - expediente pelo qual o Banco Central recolhe diariamente (e sem remuneração nenhuma) parte do dinheiro dos clientes das instituições financeiras. Só em depósitos à vista são 42% do total aplicado. Com isso, sobra menos dinheiro no caixa dos bancos para emprestar e aplicar em outras operações que dêem rentabilidade. "O compulsório, na maioria dos países desenvolvidos, limita-se a 2% dos depósitos à vista", diz o economista Roberto Troster, da consultoria especializada em instituições financeiras Integral Trust. O governo já iniciou esse processo de redução - até o final de outubro, o valor retido correspondia a 45% dos depósitos à vista. A expectativa é de novas reduções nas próximas semanas. Mesmo que novas medidas sejam anunciadas, ninguém espera uma mudança radical no novo cenário de crédito na economia. Por um motivo simples: com a crise, não apenas os bancos perderam interesse em oferecer dinheiro ao mercado - também o cidadão comum refreou sua ânsia de contrair novas dívidas. "Dar liquidez ao mercado resolve só metade da equação. A questão é que a demanda por crédito também está caindo", diz Fernando Montero, economista-chefe da Convenção Corretora. Isso já foi captado pelos índices de confiança ao consumidor, que em outubro e novembro passaram a indicar queda no otimismo. No começo do mês, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) apurou em 30 instituições financeiras que a expansão do crédito total deverá ser de 19% em 2009 - bem abaixo da estimativa de crescimento para este ano, de cerca de 35%. Comparado com o restante do mundo, o cenário brasileiro está longe de ser uma tragédia. Afinal, quando muita gente lá fora já vive um ambiente de recessão, o Brasil discute qual a intensidade da desaceleração em relação ao bom momento da economia até a eclosão da crise. "O crédito vai crescer menos no próximo ano, mas ainda estaremos muito melhores que outros países", diz Rubens Sardenberg, economista-chefe da Febraban. Boa parte dos países ricos está injetando rios de dinheiro em suas economias e recorrendo a operações de salvamento do setor privado. Os Estados Unidos, epicentro da crise, já gastaram mais de 1 trilhão de dólares em socorro a bancos e seguradoras - o último capítulo foi o anúncio de um plano de ajuda ao Citigroup, que prevê injeção de 20 bilhões de dólares e garantia para hipotecas no valor de 306 bilhões. GM e Chrysler, montadoras à beira da falência, pressionam o Congresso americano por recursos que lhes garantam alguma sobrevida - ainda que não se saiba por quanto tempo. A fila de aspirantes aos recursos públicos de salvamento inclui desde a Associação Nacional de Distribuidores de Automóveis até fabricantes de barcos e um grupo de encanadores de origem hispânica. A França acabou de anunciar um pacote de 25 bilhões de dólares para ajudar empresas em dificuldade. O temor generalizado é que companhias em crise agravem ainda mais os indicadores de emprego e de atividade. "Pode até haver uma pequena melhora imediata, mas é ilusão achar que só colocar mais dinheiro fará o país crescer além de seu potencial", diz o economista José Júlio Senna, ex-diretor do Banco Central e sócio da MCM Consultores. Isso vale para o mundo todo e para o Brasil também.
Revista EXAME
As medidas do governo para jogar dinheiro no mercado esbarram num problema complicado - ninguém quer emprestar a ninguém.
O agravamento da crise mundial e a conseqüente escassez de crédito têm instigado o apetite por recursos públicos das mais diferentes procedências. Em outubro, a agricultura brasileira conseguiu do governo 5 bilhões de reais em crédito para o financiamento da atual safra de grãos. Em novembro, os ruralistas pleiteavam outros 3,5 bilhões de reais para enfrentar a crise. As montadoras também ganharam seu quinhão. Foram 8 bilhões de reais liberados pelo Banco do Brasil e pela Nossa Caixa, de São Paulo, para os bancos das montadoras, que financiam a compra da maioria dos carros novos no país - dinheiro correspondente à necessidade de apenas dois meses de vendas. "Se as linhas normais não forem restabelecidas, o setor vai precisar de uma nova rodada de crédito", diz Luiz Montenegro, presidente da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras. Nas últimas semanas, o governo injetou 52 bilhões de reais para reativar o crédito em diferentes setores da economia brasileira. O número não leva em conta outros 56 bilhões de reais em liberação de depósitos compulsórios, recursos antes bloqueados pelo Banco Central, e muito menos os mais de 100 bilhões de reais direcionados à venda de dólares à vista para o comércio exterior. Tudo somado, desde que a crise deixou de ser mera hipótese para se transformar em perigo imediato, o governo brasileiro já destinou mais de 200 bilhões de reais para conter os estragos da turbulência global. Todas as medidas visam a um único propósito: garantir liquidez no mercado para girar o motor do crédito. Mas, a cada novo dia da crise, esse volume de recursos parece mais insuficiente para tapar todos os buracos abertos na economia - até porque, a cada novo dia da crise, outros setores, entidades e empresas se apresentam para receber algum tipo de ajuda. Até que ponto jogar dinheiro público no mercado faz sentido para uma economia na situação da brasileira? E como escolher quem será beneficiado? Os sinais de efeito, até agora, não são muito animadores. Na primeira quinzena de novembro, houve um recuo de quase 20% na venda de carros novos - embora fontes do governo afirmem que já há sinais de recuperação do crédito. O número de geração de empregos formais também havia caído em outubro, quando parte das medidas já havia sido anunciada. E, mesmo depois delas, as expectativas do empresariado não melhoraram: quase 60% da indústria prevê vendas menores em 2009, de acordo com sondagem da Confederação Nacional da Indústria. "As medidas são paliativas. Ajudam, mas não resolvem o problema real, que não é de falta de dinheiro", diz Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central. "A questão é que os recursos continuam represados nos grandes bancos." Nos últimos anos, o crédito tem cumprido um papel essencial na economia brasileira. Hoje, o crédito equivale a 39% do PIB, percentual ainda considerado baixo perto de outras economias emergentes, como o Chile e a China, que emprestam, respectivamente, 82% e 114% do PIB. Mas esse indicador tem avançado rapidamente no Brasil - em 2005, essa relação era de 28%. A rápida expansão mostra como o crédito se tornou um dos principais motores da economia - e é esse motor que mais está sentindo os efeitos da crise internacional. A turbulência nos mercados provocou um fechamento quase total das linhas externas, antes captadas pelos bancos e pelas grandes empresas, o que sobrecarregou o sistema nacional. Com menos dinheiro externo e mais incerteza no mercado, os bancos reduziram prazos e aumentaram taxas de juro e garantias - e isso afugentou a clientela. O resultado é que o dinheiro ficou empoçado. Segundo analistas, as instituições financeiras não estariam repassando recursos nem para seus pares de pequeno e médio porte. De acordo com a Integral Trust, consultoria na área bancária, os custos de captação para os bancos pequenos e médios triplicaram. EXAME apurou com uma alta fonte do governo que, em boa parte, o dinheiro estaria parado nos grandes bancos oficiais, como Banco do Brasil, Caixa e Nossa Caixa - menos ágeis e mais burocráticos. Até o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já reclamou dos grandes bancos brasileiros, segundo ele responsáveis por reter os recursos em carteira. "O Banco Central vai ter de tomar uma atitude e tomar o dinheiro de volta", ameaçou Lula, caso os recursos liberados ao sistema bancário não sejam efetivamente usados para a concessão de empréstimos. As ameaças presidenciais, pelo menos até agora, não resolveram a questão. A Predileto Alimentos, dona do Moinhos Cruzeiro do Sul, é uma das muitas companhias que já sentem o represamento dos recursos. "Os bancos estão mais restritivos. Ficou mais difícil e mais caro renovar operações de crédito", diz Antenor de Barros Leal, vice-presidente da empresa. "Só quem está capitalizado está conseguindo atravessar esse momento", diz Rubens Menin, presidente da construtora MRV. A empresa fez seu IPO em 2007 e levantou 1,2 bilhão de reais - parte do dinheiro está sendo utilizada agora nas despesas correntes. O setor de construção foi um dos primeiros a receber a notícia de que haveria um pacote de socorro - seriam 3 bilhões de reais para a construção civil -, mas até agora os recursos, em teoria destinados a linhas de capital de giro e compra de recebíveis das construtoras, não saíram do papel. Tratamentos contra a crise? É um consenso entre os economistas que a medida mais eficaz para dar vazão aos recursos para a economia seria a redução ainda maior do compulsório. Hoje, o Brasil represa cerca de 8% do PIB em forma de depósitos compulsórios - expediente pelo qual o Banco Central recolhe diariamente (e sem remuneração nenhuma) parte do dinheiro dos clientes das instituições financeiras. Só em depósitos à vista são 42% do total aplicado. Com isso, sobra menos dinheiro no caixa dos bancos para emprestar e aplicar em outras operações que dêem rentabilidade. "O compulsório, na maioria dos países desenvolvidos, limita-se a 2% dos depósitos à vista", diz o economista Roberto Troster, da consultoria especializada em instituições financeiras Integral Trust. O governo já iniciou esse processo de redução - até o final de outubro, o valor retido correspondia a 45% dos depósitos à vista. A expectativa é de novas reduções nas próximas semanas. Mesmo que novas medidas sejam anunciadas, ninguém espera uma mudança radical no novo cenário de crédito na economia. Por um motivo simples: com a crise, não apenas os bancos perderam interesse em oferecer dinheiro ao mercado - também o cidadão comum refreou sua ânsia de contrair novas dívidas. "Dar liquidez ao mercado resolve só metade da equação. A questão é que a demanda por crédito também está caindo", diz Fernando Montero, economista-chefe da Convenção Corretora. Isso já foi captado pelos índices de confiança ao consumidor, que em outubro e novembro passaram a indicar queda no otimismo. No começo do mês, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) apurou em 30 instituições financeiras que a expansão do crédito total deverá ser de 19% em 2009 - bem abaixo da estimativa de crescimento para este ano, de cerca de 35%. Comparado com o restante do mundo, o cenário brasileiro está longe de ser uma tragédia. Afinal, quando muita gente lá fora já vive um ambiente de recessão, o Brasil discute qual a intensidade da desaceleração em relação ao bom momento da economia até a eclosão da crise. "O crédito vai crescer menos no próximo ano, mas ainda estaremos muito melhores que outros países", diz Rubens Sardenberg, economista-chefe da Febraban. Boa parte dos países ricos está injetando rios de dinheiro em suas economias e recorrendo a operações de salvamento do setor privado. Os Estados Unidos, epicentro da crise, já gastaram mais de 1 trilhão de dólares em socorro a bancos e seguradoras - o último capítulo foi o anúncio de um plano de ajuda ao Citigroup, que prevê injeção de 20 bilhões de dólares e garantia para hipotecas no valor de 306 bilhões. GM e Chrysler, montadoras à beira da falência, pressionam o Congresso americano por recursos que lhes garantam alguma sobrevida - ainda que não se saiba por quanto tempo. A fila de aspirantes aos recursos públicos de salvamento inclui desde a Associação Nacional de Distribuidores de Automóveis até fabricantes de barcos e um grupo de encanadores de origem hispânica. A França acabou de anunciar um pacote de 25 bilhões de dólares para ajudar empresas em dificuldade. O temor generalizado é que companhias em crise agravem ainda mais os indicadores de emprego e de atividade. "Pode até haver uma pequena melhora imediata, mas é ilusão achar que só colocar mais dinheiro fará o país crescer além de seu potencial", diz o economista José Júlio Senna, ex-diretor do Banco Central e sócio da MCM Consultores. Isso vale para o mundo todo e para o Brasil também.
O Fed está imprimindo dinheiro
Para custear socorro, Fed imprime
dinheiro, e déficit público cresce.
Folha de São Paulo - Dinheiro
DE WASHINGTON
Com a persistência da crise e a ausência de resultados duradouros nas ações do governo norte-americano, a cada dia se vê nascer um pacote de valor maior que o anterior. Foram US$ 700 bilhões em setembro, US$ 306 bilhões comprometidos apenas para o Citibank anteontem, US$ 800 bilhões prometidos ontem. A corrida aos cofres públicos começa a preocupar analistas e pede a pergunta: de onde virá o dinheiro?Para pagar a conta, o Fed, o BC norte-americano, usa um dos recursos mais antigos dos livros de economia: imprime notas -figurativamente, é claro, uma vez que as transações são eletrônicas. Faz isso autorizando o aumento de seus ativos e sem temer a conseqüência imediata da medida, que é o surto inflacionário. É que a economia norte-americana corre o risco de deflação, conforme mostrou o índice de preços ao consumidor de outubro, que teve sua maior baixa desde 1947.A informação não é confirmada oficialmente -o BC americano pode fazer isso sem pedir autorização ao Congresso-, mas é um segredo de polichinelo nos meios econômicos. "O Fed não assume, mas eles estão imprimindo dinheiro", disse à Folha Simon Johnson, do MIT. O plano de US$ 800 bilhões será garantido principalmente "pela impressão de quantias de dinheiro sem precedentes, o que eventualmente criará pressões inflacionárias", escrevia ontem a versão on-line do "New York Times".Além disso, o déficit público, que faz parte da dívida pública do país, vem aumentando em níveis igualmente recordes. Ao assumir o governo, em 2001, o republicano George W. Bush herdou do democrata Bill Clinton (1993-2001) um superávit de US$ 127 bilhões, que transformou em déficit de US$ 159 bilhões já no ano seguinte, por conta do 11 de Setembro.Oito anos depois, passará a Barack Obama um déficit de US$ 454,8 bilhões, pelos números do ano fiscal de 2008, encerrado em 30 de setembro, o que já é um recorde histórico. Mas o mais provável é que esse valor já esteja perto do trilhão quando o democrata assumir a Casa Branca, em 20 de janeiro.Isso aumentará a dívida pública. Hoje, o governo deve US$ 10,6 trilhões -o total de riquezas produzidas pelos EUA em um ano é de US$ 13,8 trilhões; o do Brasil, US$ 1,4 trilhão. Para ajudar a fechar as contas, vende a instituições estrangeiras "treasuries", os títulos da dívida pública, ainda hoje considerados os papéis mais seguros do mercado global.O problema é que muitos países estão diminuindo sua exposição a esses títulos ou reduzindo o ritmo de suas compras. Com uma exceção: a China. Em setembro, ultrapassou o Japão pela primeira vez como maior credor externo dos EUA. Dos últimos seis meses, a China aumentou o valor de "treasuries" que detém em quatro deles; desde 2005, dobrou a quantia, para os atuais US$ 585 bilhões."A pergunta é: qual a alternativa?", disse James Horney, diretor de política fiscal federal do Center on Budget and Policy Priorities, de Washington. "Se o governo não se mexer para estimular a economia, o resultado poderá ser pior." (SD)
dinheiro, e déficit público cresce.
Folha de São Paulo - Dinheiro
DE WASHINGTON
Com a persistência da crise e a ausência de resultados duradouros nas ações do governo norte-americano, a cada dia se vê nascer um pacote de valor maior que o anterior. Foram US$ 700 bilhões em setembro, US$ 306 bilhões comprometidos apenas para o Citibank anteontem, US$ 800 bilhões prometidos ontem. A corrida aos cofres públicos começa a preocupar analistas e pede a pergunta: de onde virá o dinheiro?Para pagar a conta, o Fed, o BC norte-americano, usa um dos recursos mais antigos dos livros de economia: imprime notas -figurativamente, é claro, uma vez que as transações são eletrônicas. Faz isso autorizando o aumento de seus ativos e sem temer a conseqüência imediata da medida, que é o surto inflacionário. É que a economia norte-americana corre o risco de deflação, conforme mostrou o índice de preços ao consumidor de outubro, que teve sua maior baixa desde 1947.A informação não é confirmada oficialmente -o BC americano pode fazer isso sem pedir autorização ao Congresso-, mas é um segredo de polichinelo nos meios econômicos. "O Fed não assume, mas eles estão imprimindo dinheiro", disse à Folha Simon Johnson, do MIT. O plano de US$ 800 bilhões será garantido principalmente "pela impressão de quantias de dinheiro sem precedentes, o que eventualmente criará pressões inflacionárias", escrevia ontem a versão on-line do "New York Times".Além disso, o déficit público, que faz parte da dívida pública do país, vem aumentando em níveis igualmente recordes. Ao assumir o governo, em 2001, o republicano George W. Bush herdou do democrata Bill Clinton (1993-2001) um superávit de US$ 127 bilhões, que transformou em déficit de US$ 159 bilhões já no ano seguinte, por conta do 11 de Setembro.Oito anos depois, passará a Barack Obama um déficit de US$ 454,8 bilhões, pelos números do ano fiscal de 2008, encerrado em 30 de setembro, o que já é um recorde histórico. Mas o mais provável é que esse valor já esteja perto do trilhão quando o democrata assumir a Casa Branca, em 20 de janeiro.Isso aumentará a dívida pública. Hoje, o governo deve US$ 10,6 trilhões -o total de riquezas produzidas pelos EUA em um ano é de US$ 13,8 trilhões; o do Brasil, US$ 1,4 trilhão. Para ajudar a fechar as contas, vende a instituições estrangeiras "treasuries", os títulos da dívida pública, ainda hoje considerados os papéis mais seguros do mercado global.O problema é que muitos países estão diminuindo sua exposição a esses títulos ou reduzindo o ritmo de suas compras. Com uma exceção: a China. Em setembro, ultrapassou o Japão pela primeira vez como maior credor externo dos EUA. Dos últimos seis meses, a China aumentou o valor de "treasuries" que detém em quatro deles; desde 2005, dobrou a quantia, para os atuais US$ 585 bilhões."A pergunta é: qual a alternativa?", disse James Horney, diretor de política fiscal federal do Center on Budget and Policy Priorities, de Washington. "Se o governo não se mexer para estimular a economia, o resultado poderá ser pior." (SD)
Você sabia...
Quantas calorias têm as esfihas do Habibs?
A rede de fast food de comida árabe Habib’s, que está presente em cidades de 16 estados brasileiros mais o Distrito Federal, tem cinco tipos de esfihas em seu cardápio. A menos calórica é a de frango, que tem 140 calorias. As tradicionais esfihas de carne e queijo têm, respectivamente, 160 e 170 calorias.
O Habib’s também tem esfihas de massa folha em seu cardápio. A que tem recheio de cheddar tem 290 calorias, enquanto a de muçarela com tomate seco tem 260 calorias.
Todos os dados estão na tabela nutricional publicada pela rede em seu site oficial.
O que é gerúndio?
Popular pelo seu uso excessivo por operadores de telemarketing, o gerúndio é uma forma nominal do verbo e sempre tem a terminação “-ndo”.
O gerúndio indica uma ação em curso, como em “estou falando” e “continuo estudando”. Ele também pode assumir a forma de nome (adjetivo, substantivo ou advérbio), como em “mulher sofrendo”, em que o verbo vira um adjetivo. Por isso é uma forma nominal.
Evite construções como “vou estar enviando o comprovante”, que, além de deselegantes, são desnecessárias. Para este caso, use apenas “vou enviar o comprovante”.
A rede de fast food de comida árabe Habib’s, que está presente em cidades de 16 estados brasileiros mais o Distrito Federal, tem cinco tipos de esfihas em seu cardápio. A menos calórica é a de frango, que tem 140 calorias. As tradicionais esfihas de carne e queijo têm, respectivamente, 160 e 170 calorias.
O Habib’s também tem esfihas de massa folha em seu cardápio. A que tem recheio de cheddar tem 290 calorias, enquanto a de muçarela com tomate seco tem 260 calorias.
Todos os dados estão na tabela nutricional publicada pela rede em seu site oficial.
O que é gerúndio?
Popular pelo seu uso excessivo por operadores de telemarketing, o gerúndio é uma forma nominal do verbo e sempre tem a terminação “-ndo”.
O gerúndio indica uma ação em curso, como em “estou falando” e “continuo estudando”. Ele também pode assumir a forma de nome (adjetivo, substantivo ou advérbio), como em “mulher sofrendo”, em que o verbo vira um adjetivo. Por isso é uma forma nominal.
Evite construções como “vou estar enviando o comprovante”, que, além de deselegantes, são desnecessárias. Para este caso, use apenas “vou enviar o comprovante”.
Notícias do STF
STF disponibiliza julgamento de repercussão geral na Internet
Na sessão administrativa desta quarta-feira (27), os ministros do STF decidiram que os julgamentos sobre existência de repercussão geral serão, a partir de agora, abertos ao público.
Na sessão administrativa desta quarta-feira (27), os ministros do STF decidiram que os julgamentos sobre existência de repercussão geral serão, a partir de agora, abertos ao público.
Curiosidades
Curtas: Insetos
Existem 900 mil espécies de insetos no mundo. Os cientistas descobrem de 7 mil a 10 mil novas por ano. Eles suspeitam que possam existir outras 10 milhões de espécies ainda desconhecidas. Há uma média de 200 milhões de insetos para cada ser humano. Os invertebrados correspondem a 95% do mundo animal.
O órgão sexual da aranha macho está localizado no final de uma de suas patinhas.
Existem mais espécies de besouros do que de qualquer outra criatura. O número chega a 250 mil. As espécies de borboletas não atingem 100 mil.
Uma formiga levanta qualquer coisa que tenha até 50 vezes o seu peso. Uma abelha pode carregar um peso 300 vezes maior que o seu.
Abelhas têm cinco olhos. São três pequenos no topo da cabeça e dois maiores na frente.
Um pernilongo macho vive, em média, oito ou nove dias. A fêmea dura um mês. Se o inverno chega antes que tenha oportunidade de depositar seus ovos, ela hiberna até as condições favoráveis voltarem (4 ou 5 meses). Os pernilongos raramente se afastam mais de trezentos metros do local onde nascem. Eles batem as asas mil vezes por minuto.
As formigas se comunicam por meio do olfato.
As cores metálicas das borboletas confundem os pássaros. O movimento rápido das asas desses insetos produz lampejos cintilantes que ofuscam os olhos das aves, deixando-as desorientadas e fazendo-as perder sua presa. As fêmeas voam muito alto e suas cores não são tão atraentes para os caçadores.
O bicho da seda possui um olfato tão aguçado que pode sentir a presença de uma fêmea a onze km de distância.
As formigas são equipadas com cinco narizes diferentes, cada um com uma função. A minhoca e a lesma têm quatro.
O caracol faz um único acasalamento na vida. Também, quando ele acontece… dura onze horas.
O inseto com o maior cérebro em relação ao tamanho do corpo é a formiga.
Um grilo pode saltar obstáculos quinhentas vezes maiores que ele. O salto de uma pulga alcança 33 centímetros. Proporcionalmente é como se um homem pulasse dezoito metros.
Mosquitos são atraídos duas vezes mais pelo azul do que por qualquer outra cor.
Uma barata pode viver até 6 dias sem a cabeça. E acaba morrendo de fome, pois não tem como se alimentar.
Um casal de baratas, no período de um ano, pode gerar até 100 mil descendentes, sendo que nos países tropicais esse número pode ser facilmente ultrapassado.
Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Biológicas, há 200 baratas por habitante, na grande São Paulo.
Fonte: socuriosidades
Existem 900 mil espécies de insetos no mundo. Os cientistas descobrem de 7 mil a 10 mil novas por ano. Eles suspeitam que possam existir outras 10 milhões de espécies ainda desconhecidas. Há uma média de 200 milhões de insetos para cada ser humano. Os invertebrados correspondem a 95% do mundo animal.
O órgão sexual da aranha macho está localizado no final de uma de suas patinhas.
Existem mais espécies de besouros do que de qualquer outra criatura. O número chega a 250 mil. As espécies de borboletas não atingem 100 mil.
Uma formiga levanta qualquer coisa que tenha até 50 vezes o seu peso. Uma abelha pode carregar um peso 300 vezes maior que o seu.
Abelhas têm cinco olhos. São três pequenos no topo da cabeça e dois maiores na frente.
Um pernilongo macho vive, em média, oito ou nove dias. A fêmea dura um mês. Se o inverno chega antes que tenha oportunidade de depositar seus ovos, ela hiberna até as condições favoráveis voltarem (4 ou 5 meses). Os pernilongos raramente se afastam mais de trezentos metros do local onde nascem. Eles batem as asas mil vezes por minuto.
As formigas se comunicam por meio do olfato.
As cores metálicas das borboletas confundem os pássaros. O movimento rápido das asas desses insetos produz lampejos cintilantes que ofuscam os olhos das aves, deixando-as desorientadas e fazendo-as perder sua presa. As fêmeas voam muito alto e suas cores não são tão atraentes para os caçadores.
O bicho da seda possui um olfato tão aguçado que pode sentir a presença de uma fêmea a onze km de distância.
As formigas são equipadas com cinco narizes diferentes, cada um com uma função. A minhoca e a lesma têm quatro.
O caracol faz um único acasalamento na vida. Também, quando ele acontece… dura onze horas.
O inseto com o maior cérebro em relação ao tamanho do corpo é a formiga.
Um grilo pode saltar obstáculos quinhentas vezes maiores que ele. O salto de uma pulga alcança 33 centímetros. Proporcionalmente é como se um homem pulasse dezoito metros.
Mosquitos são atraídos duas vezes mais pelo azul do que por qualquer outra cor.
Uma barata pode viver até 6 dias sem a cabeça. E acaba morrendo de fome, pois não tem como se alimentar.
Um casal de baratas, no período de um ano, pode gerar até 100 mil descendentes, sendo que nos países tropicais esse número pode ser facilmente ultrapassado.
Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Biológicas, há 200 baratas por habitante, na grande São Paulo.
Fonte: socuriosidades
Reunião do G-CHÁVES
Presidente Venezuelano tenta montar uma liderança regional, sem a participação brasileira.
Fontes: ANSA Latina , Estadão
Hugo Chávez convocou a cúpula da ALBA (Alternativa Bolivariana para as Américas) oficialmente para discutir as questões relativas à crise econômica, mas na verdade, está tentando firmar um acordo de cooperação econômica entre os países membros da ALBA, mais o Equador, que não quis participar históricamente do grupo, mas depois que resolveu dar um calote no BNDES, mostrou-se interesado. O Brasil deve jogar duro.
A proposta de Chávez é que os países do grupo abandonem o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e desativem a Corporação Andina de Fomento (CAF), entidades que segundo ele dificultam a concessão de crédito a alguns países (ele está se referindo ao Equador) e criar um novo banco regional com sede em Caracas adminsitrado por eles mesmos.
No ano passado, o presidente prometeu retirar a Venezuela do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, o que gerou nervosismo nos mercados financeiros, pois boa parte dos títulos da dívida venezuelana contêm uma cláusula que poderia ativar um "default técnico" (moratória) se o país deixasse a instituição.
Seu governo há mais de dois anos tenta colocar em marcha o chamado Banco do Sul, iniciativa destinada a mitigar a dependência dos países sul-americanos em relação a instituições multilaterais.
O Banco do Sul foi oficialmente criado em 2007, numa cerimônia com os presidentes de Argentina, Bolívia, Brasil, Equador, Paraguai e Venezuela, mais um enviado do Uruguai. No entanto, o projeto não decolou.
Em meio às deliberações a respeito da crise global e contra o capitalismo, Chávez também disse que o edifício-sede da Corporação Andina de Fomento (CAF) em Caracas, poderia ser entregue a um novo banco regional.
"A CAF, cuja sede está aqui em Caracas administrando os créditos dos nossos países tal qual um Fundo Monetário Internacional, então teria que fechá-la, e esse edifício aqui da CAF poderia mesmo ser a sede do nosso banco", disse.
Em resumo, Chávez está se apropriando do edificio que está sendo construido na Venezuela para sediar o seu novo banco, sem consultar os outros parceiros, dissolve o Banco Sul Americano que ele mesmo propôs.
A CAF que está construindo uma nova sede na capital ven ezuelana, é composta por Argentina, Bolívia, Brasil, Costa Rica, Colômbia, Chile, Equador, Espanha, Jamaica, México, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Trinidad e Tobago, Uruguai e Venezuela, assim como 15 bancos privados da região andina.
Tudo isso, de acordo com Chávez, porque seu colega equatoriano,o “checheiro” Rafael Correa, queixou-se das "condições até políticas" que o BID impõe para a concessão de empréstimos, e que o banco teria se tornado um instrumento do "império" norte-americano para pressionar determinadas nações.
Correa anunciou na semana passada que, devido à crise financeira global, pleitearia ao BID um crédito de 1 bilhão de dólares para obras de infra-estrutura. (Como sua fama de mal pagador o banco se fez de dificil.)
"Eu não estava inteirado disso. Se é assim, para que nos serve o BID? Então saiamos o BID (...), o transformaram num mecanismo também do império", disse Chávez, que defendeu a criação de "um banco nosso".
Para que o plano de Chávez possa dar certo, é preciso que o petroleo volte a ter cotações bem mais atraentes no mercado internacional, para que eles tenham algum espaço, para fazer o fundo do banco de Chávez. Do jeito que está todos esses planos e discursos não passa de “um sonho de uma noite de verão
Fontes: ANSA Latina , Estadão
Hugo Chávez convocou a cúpula da ALBA (Alternativa Bolivariana para as Américas) oficialmente para discutir as questões relativas à crise econômica, mas na verdade, está tentando firmar um acordo de cooperação econômica entre os países membros da ALBA, mais o Equador, que não quis participar históricamente do grupo, mas depois que resolveu dar um calote no BNDES, mostrou-se interesado. O Brasil deve jogar duro.
A proposta de Chávez é que os países do grupo abandonem o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e desativem a Corporação Andina de Fomento (CAF), entidades que segundo ele dificultam a concessão de crédito a alguns países (ele está se referindo ao Equador) e criar um novo banco regional com sede em Caracas adminsitrado por eles mesmos.
No ano passado, o presidente prometeu retirar a Venezuela do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, o que gerou nervosismo nos mercados financeiros, pois boa parte dos títulos da dívida venezuelana contêm uma cláusula que poderia ativar um "default técnico" (moratória) se o país deixasse a instituição.
Seu governo há mais de dois anos tenta colocar em marcha o chamado Banco do Sul, iniciativa destinada a mitigar a dependência dos países sul-americanos em relação a instituições multilaterais.
O Banco do Sul foi oficialmente criado em 2007, numa cerimônia com os presidentes de Argentina, Bolívia, Brasil, Equador, Paraguai e Venezuela, mais um enviado do Uruguai. No entanto, o projeto não decolou.
Em meio às deliberações a respeito da crise global e contra o capitalismo, Chávez também disse que o edifício-sede da Corporação Andina de Fomento (CAF) em Caracas, poderia ser entregue a um novo banco regional.
"A CAF, cuja sede está aqui em Caracas administrando os créditos dos nossos países tal qual um Fundo Monetário Internacional, então teria que fechá-la, e esse edifício aqui da CAF poderia mesmo ser a sede do nosso banco", disse.
Em resumo, Chávez está se apropriando do edificio que está sendo construido na Venezuela para sediar o seu novo banco, sem consultar os outros parceiros, dissolve o Banco Sul Americano que ele mesmo propôs.
A CAF que está construindo uma nova sede na capital ven ezuelana, é composta por Argentina, Bolívia, Brasil, Costa Rica, Colômbia, Chile, Equador, Espanha, Jamaica, México, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Trinidad e Tobago, Uruguai e Venezuela, assim como 15 bancos privados da região andina.
Tudo isso, de acordo com Chávez, porque seu colega equatoriano,o “checheiro” Rafael Correa, queixou-se das "condições até políticas" que o BID impõe para a concessão de empréstimos, e que o banco teria se tornado um instrumento do "império" norte-americano para pressionar determinadas nações.
Correa anunciou na semana passada que, devido à crise financeira global, pleitearia ao BID um crédito de 1 bilhão de dólares para obras de infra-estrutura. (Como sua fama de mal pagador o banco se fez de dificil.)
"Eu não estava inteirado disso. Se é assim, para que nos serve o BID? Então saiamos o BID (...), o transformaram num mecanismo também do império", disse Chávez, que defendeu a criação de "um banco nosso".
Para que o plano de Chávez possa dar certo, é preciso que o petroleo volte a ter cotações bem mais atraentes no mercado internacional, para que eles tenham algum espaço, para fazer o fundo do banco de Chávez. Do jeito que está todos esses planos e discursos não passa de “um sonho de uma noite de verão
Desastre em Santa Catarina é o pior desde 1974
Até a manhã desta quinta-feira, a Defesa Civil de Santa Catarina contava 97 mortos e 78.656 desalojados e desabrigados em decorrência das chuvas que atingiram o Estado. A população afetada chega a 1,5 milhão. Este é o segundo maior desastre natural já registrado em Santa Catarina.
Nas últimas quatro décadas, pelo menos dez desastres naturais de grandes proporções ocorreram no Estado. Ao todo, foram mais de 400 mortes e cerca de 650 mil pessoas foram desabrigadas ou desalojadas nesses eventos.
O desastre mais trágico ocorreu em 1974, quando o nível do Rio Tubarão, no sul catarinense, subiu mais de 10 metros e inundou o município de mesmo nome; 199 pessoas morreram e 65 mil ficaram desabrigadas.
http://noticias.uol.com.br
Nas últimas quatro décadas, pelo menos dez desastres naturais de grandes proporções ocorreram no Estado. Ao todo, foram mais de 400 mortes e cerca de 650 mil pessoas foram desabrigadas ou desalojadas nesses eventos.
O desastre mais trágico ocorreu em 1974, quando o nível do Rio Tubarão, no sul catarinense, subiu mais de 10 metros e inundou o município de mesmo nome; 199 pessoas morreram e 65 mil ficaram desabrigadas.
http://noticias.uol.com.br
Dilma! Para onde foi o dinheiro...
Em julho passado, o senador Aloísio Mercadante (PT/SP) - aquele que sempre quis ser mas nunca conseguiu - declarou em entrevista à revista Isto É Dinheiro: "a Petrobras é responsável por mais de 12% dos impostos arrecadados no Brasil e tem um fluxo de caixa que assegura investimentos da ordem de US$ 114 bilhões nos próximos quatro anos. Com as descobertas do pré-sal, o Brasil se transforma numa potência petrolífera tardia."
Hoje, Dilma Rousseff - aquela que o Lula quer que seja - afirmou que o empréstimo de R$ 2 bilhões da Caixa Econômica Federal para a Petrobras, foi realizado porque a estatal teve um "problema imediato de caixa para pagar impostos". De acordo com a ministra, a acusação da oposição de que a empresa estaria descapitalizada "é ridícula". "A Petrobras é a maior empresa nacional, não só de petróleo. Ela não está descapitalizada", afirmou a ministra.
Ora, estes R$ 2 bilhões representam menos de 5% de tudo o que a estatal arrecada em impostos por ano. Conta outra, ministra. Um empréstimo neste valor medíocre para o porte da Petrobras é fruto de algum tipo de facilidade recebida, de alguma coisa muito obscura, de alguma jogada financeira ou contábil com dinheiro de um banco público que não foi feito para financiar estatais que, por sua vez, devem respeitar seus acionistas. Para onde foi este dinheiro? Conta outra, ministra.
Postado por Coronel
Hoje, Dilma Rousseff - aquela que o Lula quer que seja - afirmou que o empréstimo de R$ 2 bilhões da Caixa Econômica Federal para a Petrobras, foi realizado porque a estatal teve um "problema imediato de caixa para pagar impostos". De acordo com a ministra, a acusação da oposição de que a empresa estaria descapitalizada "é ridícula". "A Petrobras é a maior empresa nacional, não só de petróleo. Ela não está descapitalizada", afirmou a ministra.
Ora, estes R$ 2 bilhões representam menos de 5% de tudo o que a estatal arrecada em impostos por ano. Conta outra, ministra. Um empréstimo neste valor medíocre para o porte da Petrobras é fruto de algum tipo de facilidade recebida, de alguma coisa muito obscura, de alguma jogada financeira ou contábil com dinheiro de um banco público que não foi feito para financiar estatais que, por sua vez, devem respeitar seus acionistas. Para onde foi este dinheiro? Conta outra, ministra.
Postado por Coronel
Dilma tem representação na PGR movida pelo Democratas
Os Democratas protocolaram hoje, uma representação na Procuradoria Geral da República para que o órgão apure a ocorrência de improbidade administrativa e/ou crime de responsabilidade, praticado pela Ministra Dilma e demais agentes públicos, envolvidos em evento político realizado no Palácio do Planalto, na última quarta-feira, dia 26. Na ocasião, a Ministra foi saudada, com aplausos e gritos, como a próxima presidente da República, evento noticiado pela imprensa. Segundo a assessoria jurídica do Democratas, a Constituição Federal veda a promoção pessoal de autoridades públicas (princípio da impessoalidade administrativa), principalmente em casos como o presente, em que o agente se utiliza a estrutura (Palácio) e do cargo (Ministra) para projetar politicamente sua imagem. A representação também irá apurar se os manifestantes, ligados a entidades de cunho social, estudantil e sindical, foram deslocados de forma proposital ao evento ou se, até mesmo, tiveram seus gastos custeados com dinheiro público.
O tempo é o senhor da razão
Há anos que sabemos que estas urnas eletrônicas foram inventadas para "fabricar" vitoriosos. Nunca acreditei na reeleição de FHC. Na época, estava no RJ acompanhando pessoa doente no HU da UFRJ. Foram meses de conversa, nas salas de espera do hospital onde ficava horas, nas kombis que usava 3 vezes por semana. Nunca achava um eleitor de FHC. Mas ele ganhou. Quando puseram em dúvida a confiabilidade do sistema, duvidei, não sabia o que pensar, mas como dizia "aquele" que um dia foi presidente "o tempo é senhor da razão".
Não me senti atingida pois há muito venho anulando meu voto.
Podem argumentar que se o sistema fosse tão vulnerável a Marta não teria perdido em S.Paulo. Mas será que não se preocuparam por excesso de confiança? Como a "poderosa Marta" iria perder para o Kassab? Quando acordaram já era tarde demais.
Por que estou dizendo isto? Porque estou realmente assustada.
A fraude no Maranhão e em Aracaju foi escancarada - não fizeram a menor questão de esconder, pois sabiam que a Justiça Eleitoral, a exemplo do avestruz, esconde a cabeça embaixo da asa, e faz vista grossa - nega o óbvio!
Agora eles estão espertos e se resolverem que a Princesa Herdeira será a Estela - não resta dúvidas - eles fabricarão o resultado! E a nós restará nos queixarmos ao Bispo se ele não tiver sido cooptado.
Cida Fraga
http://cantinho_dos_sonhos.zip.net/
Não me senti atingida pois há muito venho anulando meu voto.
Podem argumentar que se o sistema fosse tão vulnerável a Marta não teria perdido em S.Paulo. Mas será que não se preocuparam por excesso de confiança? Como a "poderosa Marta" iria perder para o Kassab? Quando acordaram já era tarde demais.
Por que estou dizendo isto? Porque estou realmente assustada.
A fraude no Maranhão e em Aracaju foi escancarada - não fizeram a menor questão de esconder, pois sabiam que a Justiça Eleitoral, a exemplo do avestruz, esconde a cabeça embaixo da asa, e faz vista grossa - nega o óbvio!
Agora eles estão espertos e se resolverem que a Princesa Herdeira será a Estela - não resta dúvidas - eles fabricarão o resultado! E a nós restará nos queixarmos ao Bispo se ele não tiver sido cooptado.
Cida Fraga
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Fala sério...Encontro com Madonna
Quem diria: o presidente Lula quer se encontrar com a cantora Madonna, em dezembro, quando ela irá se apresentar entre São Paulo e Rio de Janeiro.
Quer que o encontro seja em Brasília, o que possibilitaria que ele convocasse todos os filhos para conhecer a estrela de perto.
O Cerimonial da Presidência está fazendo força para que ela concorde em ir até Brasília: Madonna, por enquanto, não quer nem saber.
Se o encontro sair, será em São Paulo ou Rio de Janeiro.
A família presidencial, a propósito, já tem seus lugares reservados na estréia.
http://www.gibaum.com.br/
Quer que o encontro seja em Brasília, o que possibilitaria que ele convocasse todos os filhos para conhecer a estrela de perto.
O Cerimonial da Presidência está fazendo força para que ela concorde em ir até Brasília: Madonna, por enquanto, não quer nem saber.
Se o encontro sair, será em São Paulo ou Rio de Janeiro.
A família presidencial, a propósito, já tem seus lugares reservados na estréia.
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