Itaipu bate recorde de produção de energia elétrica em 2008 O Globo
Imigrantes tem trânsito lento em São Vicente Estadão
Adriano deve receber multa de R$ 485 mil O Globo
Suspeitos de estar em embarcação que teria atingido alemão são ouvidos G1.com.br
Hosmany Ramos é considerado foragido da Justiça G1.com.br
Corpo do filho de Travolta deve passar por necropsia na segunda G1.com.br
Saiba mais sobre a reforma ortográfica A Tarde On Line
Valor cobrado para tirar CNH chega a R$ 1.250 Diário da Manhã
Casal e bebê morrem em acidente em Campinas G1.com.br
BrasilJovem atingida por fogos permanece grave 20h27, 03 de ... Alagoas 24 Horas
domingo, 4 de janeiro de 2009
Vale a pena Ler de novo
Ismália
Alphonsus de Guimaraens
Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...
E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...
E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...
Alphonsus de Guimaraens
Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...
E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...
E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...
Biografia - Pero Vaz de Caminha - Gente que mudou a História
Pero Vaz de Caminha (Missivista português ) 1450 - 1500
Missivista português nascido provavelmente no Porto, responsável pela redação do primeiro documento da história do Brasil, a famosa carta de Pero Vaz de Caminha ao rei D. Manuel I, relatando o primeiro encontro dos portugueses com os nativos brasileiros, datada de Porto Seguro, sexta-feira, 1º de maio de 1500. De uma família próxima da corte e amigo do rei, cavaleiro das casas de D. Afonso V, D. João II e D. Manuel, e mestre da Casa da Moeda do Porto (1476), integrava a esquadra de Pedro Álvares Cabral em viagem para a Índia, como escrivão nomeado para a feitoria de Calicute. Já na Índia, teria sido uma das vítimas da tragédia ocorrida nessa feitoria, em que vários comandados de Cabral foram massacrados pelos mouros. Sobre a carta sabe-se que foi levada para Lisboa por Gaspar de Lemos, comandante da nau de mantimentos da esquadra e que por mais de três séculos, permaneceu nos arquivos portugueses, só tendo sido publicada pelo historiador Manuel Aires do Casal, na sua famosa Corografia brasílica (1817). Possui, no original, 27 folhas de texto e uma de endereço e foi mencionada pela primeira vez quando foi encontrada pelo guarda-mor do arquivo da torre do Tombo, em Lisboa, José de Seabra da Silva (19/02/1773).
Missivista português nascido provavelmente no Porto, responsável pela redação do primeiro documento da história do Brasil, a famosa carta de Pero Vaz de Caminha ao rei D. Manuel I, relatando o primeiro encontro dos portugueses com os nativos brasileiros, datada de Porto Seguro, sexta-feira, 1º de maio de 1500. De uma família próxima da corte e amigo do rei, cavaleiro das casas de D. Afonso V, D. João II e D. Manuel, e mestre da Casa da Moeda do Porto (1476), integrava a esquadra de Pedro Álvares Cabral em viagem para a Índia, como escrivão nomeado para a feitoria de Calicute. Já na Índia, teria sido uma das vítimas da tragédia ocorrida nessa feitoria, em que vários comandados de Cabral foram massacrados pelos mouros. Sobre a carta sabe-se que foi levada para Lisboa por Gaspar de Lemos, comandante da nau de mantimentos da esquadra e que por mais de três séculos, permaneceu nos arquivos portugueses, só tendo sido publicada pelo historiador Manuel Aires do Casal, na sua famosa Corografia brasílica (1817). Possui, no original, 27 folhas de texto e uma de endereço e foi mencionada pela primeira vez quando foi encontrada pelo guarda-mor do arquivo da torre do Tombo, em Lisboa, José de Seabra da Silva (19/02/1773).
Pensamentos
"Façamos da interrupção um caminho novo.Da queda um passo de dança,do medo uma escada,do sonho uma ponte, da procura um encontro!" Fernando Sabino
"Entre Aspas"
Este espaço livre,está aberto ao leitor do BlogTudo para que faça dele a sua tribuna,contribuindo com seus artigos e textos.
Acolheremos opiniões sobre todos os temas.
Reserva-se,o direito de rejeitar acusações insultuosas ou ofensivas,elogios ou agradecimentos pessoais.
Para tanto,basta enviá-los,através de correspondência eletrônica para o e.mail : blogtudo@hotmail.com
Seja nosso colaborador,um parceiro e,tenha sua opinião divulgada através deste espaço livre e democrático.
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Agora,é trabalhar
Quem são os membros do gabinete de Barack Obama?
Vice-presidente: Joe Biden
Chefe de Gabinete: Rahm Emanuel
Procuradoria Geral – Eric Holder
Conselho Anticrise – Paul Volker
Agência de Proteção Ambiental – Lisa Jackson
Escritório de Administração e Orçamento – Peter Orszag
Representação de Comércio – Ron Kirk
Secretaria de Agricultura – Tom Vilsack
Secretaria de Assuntos de Veteranos – Eric Shinseki
Secretaria do Comércio – Bill Richardson
Secretaria de Defesa – Robert Gates
Secretaria de Desenvolvimento Urbano – Shaun Donovan
Secretaria de Educação – Arne Duncan
Secretaria de Energia – Steven Chu
Secretaria de Estado – Hillary Clinton
Secretaria do Interior – Ken Salazar
Secretaria de Saúde – Tom Daschle
Secretaria de Segurança Nacional – Janet Napolitano
Secretaria do Tesouro – Jim Geithner
Secretaria do Trabalho – Hilda Solis
Secretaria de Transportes – Ray Lahood
Vice-presidente: Joe Biden
Chefe de Gabinete: Rahm Emanuel
Procuradoria Geral – Eric Holder
Conselho Anticrise – Paul Volker
Agência de Proteção Ambiental – Lisa Jackson
Escritório de Administração e Orçamento – Peter Orszag
Representação de Comércio – Ron Kirk
Secretaria de Agricultura – Tom Vilsack
Secretaria de Assuntos de Veteranos – Eric Shinseki
Secretaria do Comércio – Bill Richardson
Secretaria de Defesa – Robert Gates
Secretaria de Desenvolvimento Urbano – Shaun Donovan
Secretaria de Educação – Arne Duncan
Secretaria de Energia – Steven Chu
Secretaria de Estado – Hillary Clinton
Secretaria do Interior – Ken Salazar
Secretaria de Saúde – Tom Daschle
Secretaria de Segurança Nacional – Janet Napolitano
Secretaria do Tesouro – Jim Geithner
Secretaria do Trabalho – Hilda Solis
Secretaria de Transportes – Ray Lahood
O sonho mais perto de acontecer
Juros da casa própria caem para quem ganha menos de R$ 2 milFonte: Globo.com
Para milhões de brasileiros, a chance de comprar a casa própria pode finalmente ter chegado. A partir de agora, a Caixa Econômica está cobrando juros menores para famílias de baixa renda.
Apartamentos pequenos têm o tamanho exato do sonho de milhões de brasileiros – e com prestações que podem ser mais baratas do que um aluguel. “São projetos que já visam um condomínio baixo, tirando elevadores, por exemplo”, explica a corretora Elaine Mola. A partir de janeiro, a Caixa Econômica Federal cobra juros menores para famílias com renda mensal de até R$ 1.875. A taxa caiu de 6% para 5% ao ano. Quem ganha de R$ 1.875 até R$ 2 mil também tem direito a financiamento com juros mais baratos. O valor baixou de 8,16% para 7,16% ao ano. Não é qualquer imóvel que pode ser comprado com os juros mais baratos. A Caixa só libera financiamentos que comprometam no máximo 30% da renda com a prestação da casa própria. Isso significa que o valor financiado para quem ganha pouco mais de R$ 1.800 não pode ultrapassar R$ 68 mil. O economista José Dutra Vieira Sobrinho fez os cálculos de quanto o comprador pode economizar ao final do contrato. Para um financiamento de R$ 68 mil em 25 anos com juros de 5%, a prestação seria de R$ 510,23; o custa final do empréstimo seria de cerca de R$ 110 mil. “As prestações começam a decrescer a partir da segunda parcela, e a última prestação vai ser menos da metade da primeira”, explica Sobrinho. É bom lembrar que sobre o financiamento incidem outras taxas, como o seguro obrigatório e a TR, que é a Taxa Referencial; segundo o economista José Dutra Sobrinho, a TR tem registrado valores baixos, de cerca de 2% ao ano.
Esta é a Cuba saudosa dos americanos
Las Vegas do CaribeSob Batista e com a conivência da Casa Branca, o crime organizado americano dominou a capital cubana Sérgio Augusto APHotel Nacional em 23/09/1958; três meses depois, o ditador Fulgencio Batista admitia a derrota - Havana, 31 de dezembro de 1958. Um réveillon inesquecível. Para os cubanos, para los gringos que lá curtiam mais uma mordomia bancada pela Máfia e, sobretudo, para o presidente Fulgencio Batista. Convencido de que não tinha mais como resistir ao avanço de los rebeldes barbudos comandados por Fidel Castro, o ditador cubano interrompeu a festa, ergueu um brinde, anunciou sua renúncia, desejou boa sorte a todos e embarcou às pressas para a República Dominicana, levando consigo 180 cupinchas e US$ 300 milhões. O réveillon de 1958 para 1959 foi o “último baile da Ilha Fiscal” do governo Batista, o melancólico desfecho de uma tirania que havia durado 25 anos. Quem viu O Poderoso Chefão 2 tem uma idéia mais ou menos precisa do pandemônio daquela noite, em que também chegou ao fim o poder do crime organizado sobre a economia, a política e a sociedade de Cuba, capítulo fundamental das relações dos Estados Unidos com o continente latino-americano e matéria-prima de um recente e precioso estudo de T. J. English, Havana Nocturne: How the Mob Owned Cuba and then Lost it to the Revolution. Qualquer semelhança entre Hyman Roth, o gângster interpretado por Lee Strasberg no filme de Francis Ford Coppola, e Meyer Lansky, o mafioso que fizera de Havana a Las Vegas do Caribe, não foi mera coincidência. Como a realidade costuma ser mais injusta que a ficção, Lansky não morreu quando Batista escafedeu-se de Santo Domingo para a Espanha, mas 24 anos mais tarde. O primeiro mafioso a estender sua cobiça a Havana foi Al Capone, na década de 1920. Só depois de um encontro de tutti i capi, em dezembro de 1946, na própria capital cubana e com Frank Sinatra animando a noite, o crime organizado consolidou seu monopólio sobre a vida noturna, a jogatina, a prostituição, o mercado imobiliário, a construção civil e o sistema financeiro da ilha. Facilitou-lhe o serviço a ganância incomensurável de Batista, sócio de todas as negociatas; com a conivência da Casa Branca, que tinha sólidos motivos para considerar Cuba um protetorado, um quintal dos Estados Unidos. Desde 1898, quando livrou Cuba do jugo espanhol, até 1959, a América do Norte reinou absoluta naquela região do Caribe. Os presidentes que permitiu fossem eleitos depois da desocupação militar da ilha, em 1902, ou eram frouxos e incompetentes ou tirânicos e corruptos. Mas nem quando eles extrapolaram, desrespeitando direitos humanos e apelando para golpes militares (Batista derrubou o ditador Gerardo Machado em 1933 e o banana Prío Socarrás em 1952), receberam críticas, e muito menos ameaças, de Washington. Eles, afinal, eram úteis aos negócios norte-americanos, à consolidação do que apregoava a última estrofe de um sucesso musical dos anos 1940: o rum e a Coca-Cola workin’ for the yankee dollar (trabalhando juntos para o dólar). O sonho de uma “Cuba libre”, acalentado pelos cubanos desde o século 19, degenerou-se num drinque inventado pelos soldados enviados pelo presidente William McKinley para expulsar os espanhóis da ilha. José Martí, morto numa emboscada em 1895, não chegou a ver Cuba livre do secular ocupante europeu, mas alertou para a possível substituição dos espanhóis pelos norte-americanos. Martí, que viveu 14 anos exilado em Nova York, como correspondente do jornal argentino La Nación, foi o maior teórico (e mártir) da luta contra o imperialismo ibérico no Caribe. A transformação do beisebol no esporte favorito dos cubanos foi apenas um detalhe, relativamente insignificante, no amplo processo de colonização cultural da ilha pelos Estados Unidos. Os cubanos entravam com o rum, a cana-de-açúcar, os charutos, a música, as mulheres, e os norte-americanos com investimentos, Coca-Cola, carrões último tipo, prioridade nas rotas internacionais de empresas aéreas – e todo o excedente da produção industrial made in USA. O “quintal” também era um paraíso fiscal e um bordel de luxo. Até o então senador John Fitzgerald Kennedy andou por lá, participando de uma orgia com três call-girls no Hotel Comodoro, a convite do mafioso Santo Trafficante.Tão servil aos putativos governantes da ilha era o ditador Gerardo Machado que chegou a manipular o júri de um concurso anual de danzón, só de ritmos caribenhos, para que o embaixador dos Estados Unidos conquistasse o primeiro lugar. Seu sucessor foi menos descarado na subserviência, porém mais proficiente nos arreglos e mais pródigo nas concessões. Com Batista no poder, o quintal expandiu sua fama internacional, atraindo para seus hotéis faraônicos, cassinos e clubes noturnos um séquito de astros do cinema, estrelas do palco, empresários, políticos, playboys e damas de vida airada. Ginger Rogers inaugurou o Hotel Riviera; Nat King Cole cantou no Tropicana; Tony Bennett no Sans Souci. Até nos nomes de seus templos dedicados à tavolagem e ao entretenimento Havana replicava Las Vegas. O livro de registro de celebridades que se hospedaram do Hotel Nacional de Cuba, apelidado de Castelo Encantado pelo romancista cubano Alejo Carpentier, encheria um catálogo telefônico mais grosso que o de Miami. Sinatra, um dos habitués, lá passou vários fins de semana, inclusive com Ava Gardner, que, apaixonada pela ilha, mas já sem o cantor em sua cama, voltou inúmeras vezes, para se divertir (e tomar banho de piscina au naturel) na Finca Vigía, do amigo Ernest Hemingway.Hemingway foi a mais endeusada figura da Cuba pré-Fidel, depois de José Martí, por supuesto. Visitou a ilha pela primeira vez em 1928. Depois voltou, atraído pela pesca, pelo daiquiri e o mojito servidos no bar Floridita, pela paz para escrever acariciado pela fresca brisa matinal caribenha. Comprou o refúgio de Finca Vigía em 1939, lá viveu 21 anos e produziu seis livros, um dos quais O Velho e o Mar, cujo protagonista foi inspirado num pescador cubano. Circulava por Havana como um grande e sempre solícito senhor. Hospedava artistas de Hollywood, boxeadores, intelectuais e toureiros. Teve problemas com a repressão de Batista e saudou a vitória de Fidel, mas já estava de saída quando los barbudos chegaram. Sua finca, preservada como um santuário, virou museu.Hemingway celebrou seu Nobel de Literatura, em 1954, numa festa patrocinada pelo rum Bacardi. Embora destilado em Porto Rico desde 1937, o Bacardi tem profundas raízes cubanas. Sua primeira fábrica, visionária iniciativa de um imigrante espanhol chamado Facundo Bacardi Massó, surgiu em Santiago de Cuba há 146 anos. Nas mãos de Emilio, filho mais velho de Facundo, a empresa floresceu, internacionalizou seu prestígio e enriqueceu o clã Bacardi, que da ilha só foi embora em julho de 1960, desiludido com os primeiros paredóns e as primeiras medidas repressivas da revolução. É possível contar a história de Cuba através da evolução do império Bacardi, como, aliás, há pouco fez o jornalista Tom Gjelten, em Bacardi and the Long Fight for Cuba. Emilio Bacardi e José (Pepín) Bosch, marido de uma neta do patriarca da família e herdeiro do negócio em 1951, enfrentaram sem rebuços os ditadores de seu tempo. Emilio tinha apenas 24 anos quando participou ativamente da primeira guerra de independência de Cuba em 1868. Era um abolicionista (embora a cultura da cana-de-açúcar dependesse de mão-de-obra escrava), que gostava mais de escrever livros do que beber rum. Bosch pegou o último governo Batista, contra quem conspirou e cuja derrubada festejou. Mas a vereda mais promissora e gratificante da história cubana pré-revolucionária é a musical. Que me desculpem todas as glórias literárias da ilha – como Carpentier, o poeta, escritor e ensaísta José Lezama Lima (que, por ser gay, enfrentou três ditaduras), o poeta Nicolás Guillén, o escritor, jornalista e ativista político Carlos Franqui, criador do legendário suplemento literário Lunes de Revolución, proibido de circular em 1961, e seu comparsa, o grouchomarxista Guillermo Cabrera Infante, outro futuro défroqué da revolução e a quem devemos as mais nostálgicas e criativas evocações da Cuba de cinco décadas atrás –, mas seus maiores batutas se consagraram compondo, tocando ou mesmo cantando aqueles insinuantes ritmos de raízes africanas nascidos ou plasmados no Caribe. Habanera, mambo, rumba, bolero, guajira, guaracha, cha-cha-chá, conga, salsa – tudo isso devemos aos cubanos. A Orestes & Cachao López, que inventaram o mambro em 1939. Ao violinista Enrique Jorrín, que do mambo extraiu o cha-cha-chá posteriormente internacionalizado por Pérez Prado. A Miguel Matamoros, Beny Moré e Olga Guillot, intérpretes inigualáveis do bolero. A Ignacio Jacinto Villa, vulgo Bola de Nieve, o mais sofisticado cantor de cabaré de língua espanhola, o Bobby Short do Caribe. Pairando acima de todos, o supremo gênio musical caribenho: o pianista, compositor e maestro Ernesto Lecuona (1895–1963), o Gershwin cubano, que deixou mais de 600 obras, entre zarzuelas, rumbas, boleros e rapsódias; pelo menos quatro delas (Siboney, Malagueña, Andalucia, Siempre en mi Corazón) sucessos populares fadados à eternidade. Lecuona foi a mais refinada tradução da “alma música”, decantada em verso por Guillén:Tengo el alma hecha ritmo y armoníatodo en mi ser es música y es cantodesde el réquiem tristísimo de llantohasta el trino triunfal de la alegría.
O prêmio para o adido Lacerda
Fonte: Revista VEJAA revista Veja dessa semana comenta que “o delegado Paulo Lacerda é um tira muito resistente. Ex-diretor-geral da Polícia Federal, Lacerda caiu pela primeira vez, em outubro de 2007, quando foi transferido para a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em circunstâncias nunca totalmente esclarecidas.
Há quatro meses, depois de VEJA revelar que a Abin grampeou ilegalmente o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, o delegado caiu pela segunda vez.
Lacerda foi afastado temporariamente do comando da agência oficial de espionagem, por ordem do presidente Lula, até que a PF elucidasse seu papel na trama. Na semana passada, antes mesmo de a investigação ser concluída, o delegado caiu pela terceira vez ao ser exonerado definitivamente da Abin.
Mas, como sempre acontece quando Lacerda tropeça, ele não ficará ao relento. Por determinação do presidente, o ex-diretor da Abin será nomeado adido policial do Brasil em Portugal. Sua viagem, que inverte a rota dos degredados que aportaram no Brasil no período colonial, deve ocorrer já no próximo mês.
A demissão do delegado e a divulgação de seu novo emprego aconteceram simultaneamente – e não é, logicamente, obra do acaso. O presidente chegou a acreditar que Lacerda seria isentado de responsabilidade pelas ilegalidades da Abin e pretendia aguardar o fim da investigação para reconduzi-lo ao cargo. Mudou de ideia depois que Lacerda foi pilhado contando um festival de mentiras à CPI dos Grampos.
Contrariando tudo o que o delegado disse aos parlamentares, já está provado que seus subordinados participaram clandestinamente da operação policial que prendeu o banqueiro Daniel Dantas e manusearam ilegalmente gravações telefônicas. Pelo menos um dos espiões, o agente Márcio Seltz, (foto) confessou ter entregado pessoalmente ao diretor da Abin arquivos de conversas telefônicas – episódio que o delegado continua negando. A coincidência entre a demissão e o rápido anúncio do novo cargo atende a um último pedido de Lacerda, que vinha pressionando o Palácio do Planalto a lhe dar uma saída honrosa.
Mas por que Lula cedeu ao apelo do delegado, abrigando em um cargo público no exterior alguém que não tem condições de ocupar um cargo público no Brasil, é um mistério.
Existem várias teorias, nenhuma delas comprovada, sobre a origem do prestígio de Lacerda no governo. Afastado temporariamente do comando da Abin, o delegado vinha despachando num porão do Palácio do Planalto sem que se saiba o que fazia por lá.
O novo endereço de Lacerda: Embaixada Brasileira (Quinta das Mil Flores), Estrada das Laranjeiras, 144 Lisboa- Portugal Como adido policial em Lisboa, cargo criado especialmente para Lacerda, mas que não dá direito ao grampo a cobrar, ele receberá salário de 8 000 dólares, equivalentes a 19 000 reais.
Na falta do que fazer, poderá passar seu tempo se deliciando com o bacalhau, o pastel de nata e o bom vinho da terrinha.
Você sabia...
Origem dos Sinais MatemáticosAdição ( + ) e subtração ( - )O emprego regular do sinal + ( mais ) aparece na Aritmética Comercial de João Widman d’Eger publicada em Leipzig em 1489.
Entretanto, representavam não à adição ou à subtração ou aos números positivos ou negativos, mas aos excessos e aos déficit em problemas de negócio.
Os símbolos positivos e negativos vieram somente ter uso geral na Inglaterra depois que foram usados por Robert Recorde em 1557.
Os símbolos positivos e negativos foram usados antes de aparecerem na escrita.
Por exemplo: foram pintados em tambores para indicar se os tambores estavam cheios ou não.
Os antigos matemáticos gregos, como se observa na obra de Diofanto, limitavam-se a indicar a adição juntapondo as parcelas - sistema que ainda hoje adotamos quando queremos indicar a soma de um número inteiro com uma fração.
Como sinal de operação mais usavam os algebristas italianos a letra P, inicial da palavra latina plus.
Multiplicação ( . ) e divisão ( : )O sinal de X, como que indicamos a multiplicação, é relativamente moderno.
O matemático inglês Guilherme Oughtred empregou-o pela primeira vez, no livro Clavis Matematicae publicado em 1631.
Ainda nesse mesmo ano, Harriot, para indicar também o produto a efetuar, colocava um ponto entre os fatores.
Em 1637, Descartes já se limitava a escrever os fatores justapostos, indicando, desse modo abreviado, um produto qualquer.
Na obra de Leibniz escontra-se o sinal para indicar multiplicação: esse mesmo símbolo colocado de modo inverso indicava a divisão.
O ponto foi introduzido como um símbolo para a multiplicação por G. W. Leibniz. Julho em 29, 1698, escreveu em uma carta a John Bernoulli: “eu não gosto de X como um símbolo para a multiplicação, porque é confundida facilmente com x; freqüentemente eu relaciono o produto entre duas quantidades por um ponto .
Daí, ao designar a relação uso não um ponto mas dois pontos, que eu uso também para a divisão.”
As formas a/b e , indicando a divisão de a por b, são atribuídas aos árabes:
Oughtred, e, 1631, colocava um ponto entre o dividendo o divisor.
A razão entre duas quantidades é indicada pelo sinal :, que apareceu em 1657 numa obra de Oughtred.
O sinal ÷, segundo Rouse Ball, resultou de uma combinação de dois sinais existentes - e :
Sinais de relação ( =, <> )Robert Recorde, matemático inglês, terá sempre o seu nome apontado na história da Matemática por ter sido o primeiro a empregar o sinal = ( igual ) para indicar igualdade. No seu primeiro livro, publicado em 1540, Record colocava o símbolo entre duas expressões iguais; o sinal = ; constituído por dois pequenos traços paralelos, só apareceu em 1557.
Comentam alguns autores que nos manuscritos da Idade Média o sinal = aparece como uma abreviatura da palavra est.Guilherme Xulander, matemático alemão, indicava a igualdade , em fins do século XVI, por dois pequenos traços paralelos verticais; até então a palavra aequalis aparecia, por extenso, ligando os dois membros da igualdade.Os sinais > ( maior que ) e < ( menor que ) são devidos a Thomaz Harriot, que muito contribuiu com seus trabalhos para o desenvolvimento da análise algébrica.
Cláudio Humberto
-Economistas enxergam riscos nas contas públicas de 2009.
- Ministério da Saúde libera R$1,1 milhão para 15 mil tubos de gel destinado aos homossexuais.
-Gautama é excluída no Piauí do rol das construtoras no Programa Luz para Todos.
-O governo deve enviar ao Congresso em fevereiro projeto sobre a reforma política.
Para ler estas notícias na íntegra acesse:
http://www.claudiohumberto.com.br
- Ministério da Saúde libera R$1,1 milhão para 15 mil tubos de gel destinado aos homossexuais.
-Gautama é excluída no Piauí do rol das construtoras no Programa Luz para Todos.
-O governo deve enviar ao Congresso em fevereiro projeto sobre a reforma política.
Para ler estas notícias na íntegra acesse:
http://www.claudiohumberto.com.br
Israel ataca Gaza por terra
Ofensiva terrestre israelense avança para norte de Gazada Folha Online
O Exército israelense opera neste domingo na entrada da Cidade de Gaza, a dezenas de quilômetros da fronteira com Israel, informaram testemunhas. No nono dia consecutivo dos bombardeios israelenses contra alvos do movimento islâmico Hamas na região, as Forças de Defesa ampliam a ofensiva terrestre, considerada o segundo passo da grande ofensiva militar que deixou ao menos 460 mortos e cerca de 2.350 feridos.
Tanques e unidades de infantaria foram vistos na área da antiga colônia de Netzarim, esvaziada durante o desmonte dos assentamentos judeus na faixa de Gaza em meados de 2005, cerca de três quilômetros ao sul da cidade de Gaza.
Tanques israelenses entram na faixa de Gaza no segundo dia de ofensiva terrestre
Com o avanço das tropas de artilharia para o norte, Israel dividiu a faixa de Gaza em dois segmentos, um movimento que, segundo o jornal israelense "Jerusalem Post", visa reduzir o fluxo de armas, suprimentos e militantes para a parte norte da região.
Segundo a Rádio Israel, testemunhas disseram à imprensa árabe que os tanques das Forças de Defesa de Israel podiam ser vistos na área entre a cidade de Gaza e Netzarim. O canal British Sky News relatou a presença de 150 tanques na área de Netzarim.
Na noite deste sábado (3), 30 soldados ficaram feridos no confronto direto com militantes do Hamas, que resistiram a entrada dos tanques em seus redutos. O número foi confirmado pelo Exército israelense, que afirmou que dois deles estão em estado grave.
O porta-voz do Exército, contudo, negou informações de que um soldado israelense tenha morrido durante a ofensiva, destacando que o exército israelense "não contabilizava nenhuma baixa" na manhã deste domingo.
A maioria dos feridos foram levados ao hospital Soroka, em Beer Sheva.
O Hamas havia publicado um comunicado no qual afirmava ter matado nove soldados israelenses durante os enfrentamentos, enquanto o canal Al Jazeera contabilizava um morto.
O exército israelense constatou, por outro lado, uma redução significativa no número de foguetes lançados contra seu território desde o início da ofensiva terrestre neste sábado.
"Oito foguetes de curto alcance e sete obuses de morteiro foram disparados desde o início da operação terrestre em direção a Israel, sem que fossem registradas vítimas", declarou o porta-voz israelense. Contudo, as agências internacionais de notícias dizem que ao menos 25 foguetes atingiram o território israelense neste domingo, um dos quais atingiu uma casa em Sderot e feriu uma mulher.
O exército afirma ter "matado ou ferido dezenas" de combatentes palestinos, mas o Hamas não informou o número de baixas em suas fileiras. O jornal israelense "Haaretz" fala em 23 palestinos mortos somente na ofensiva terrestre israelense, dos quais apenas três eram militantes do Hamas.
As Forças de Defesa israelenses mantiveram, simultaneamente à ofensiva terrestre, os bombardeios aéreos a alvos ligados ao Hamas. Nesta madrugada, a Força Aérea atingiu ao menos 45 alvos na faixa de Gaza, incluindo diversos túneis e locais tidos como fábricas de armas.
Objetivos
Fumaça e explosões podem ser vistas durante operação militar israelense em Gaza
Fontes das Forças de Defesa disseram, segundo o "Jerusalem Post", que o objetivo imediato da ofensiva terrestre é conquistar o território do norte de Gaza, incluindo locais usados para lançar foguetes contra Israel. Ao menos quatro brigadas estão dentro de Gaza atualmente.
Um dos objetivos da ofensiva é também enfraquecer significativamente o braço armado do Hamas, que as FOrças de Defesa estimam não ter sido afetado pelos mais de 600 bombardeios aéreos dos últimos nove dias.
As fontes de Defesa afirmaram que as tropas israelenses não entrarão nos campos de refugiados ou na cidade de Gaza e que é provável que, nesta segunda-feira (5), a operação terrestre recue com a chegada do presidente francês, Nicolas Sarkozy, para as negociações de um cessar-fogo.
Saldo
Israel comanda desde o último dia 27 uma grande ofensiva militar contra alvos do Hamas na faixa de Gaza, em bombardeios que destruíram diversos pontos vinculados ao Hamas, como ministérios, casas de ativistas, delegacias, mesquitas, a sede de uma ONG e edifícios da Universidade Islâmica e que já matou três importantes líderes do grupo.
Os bombardeios também destruíram diversas casas e boa parte da infraestrutura da faixa de Gaza, agravando a crise humanitária na região, alerta a ONU (Organização das Nações Unidas)
Segundo Israel, a ofensiva é uma resposta à violação --e lançamento de foguetes-- do Hamas da trégua de seis meses assinada com Israel e que acabou oficialmente no último dia 19. Desde o início dos bombardeios israelenses, o Hamas intensificou o lançamento de foguetes sobre o sul de Israel, em ataques que mataram quatro pessoas.
sábado, 3 de janeiro de 2009
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Vale a pena Ler de novo
A Idéia
Augusto dos Anjos
De onde ela vem?! De que matéria bruta
Vem essa luz que sobre as nebulosas
Cai de incógnitas criptas misteriosas
Como as estalactites duma gruta?!
Vem da psicogenética e alta luta
Do feixe de moléculas nervosas,
Que, em desintegrações maravilhosas,
Delibera, e depois, quer e executa!
Vem do encéfalo absconso que a constringe,
Chega em seguida às cordas do laringe,
Tísica, tênue, mínima, raquítica ...
Quebra a força centrípeta que a amarra,
Mas, de repente, e quase morta, esbarra
No mulambo da língua paralítica.
Augusto dos Anjos
De onde ela vem?! De que matéria bruta
Vem essa luz que sobre as nebulosas
Cai de incógnitas criptas misteriosas
Como as estalactites duma gruta?!
Vem da psicogenética e alta luta
Do feixe de moléculas nervosas,
Que, em desintegrações maravilhosas,
Delibera, e depois, quer e executa!
Vem do encéfalo absconso que a constringe,
Chega em seguida às cordas do laringe,
Tísica, tênue, mínima, raquítica ...
Quebra a força centrípeta que a amarra,
Mas, de repente, e quase morta, esbarra
No mulambo da língua paralítica.
Biografia - Pablo Picasso - Gente que mudou a História
Pablo Picasso (Pintor, escultor, desenhista e ceramista espanhol) 25-10-1881, Málaga 8-4-1973, Mougins
Um dos grandes gênios da pintura contemporânea, filho de um professor de Desenho e Pintura, deslocou-se ainda jovem para Barcelona, onde estudou Belas-Artes e pintou seus primeiros quadros de tendência acadêmica, entre os quais se destaca Ciência e Caridade (1897). No início do século XX, partiu para Paris, cidade em que se instalou em 1904 e onde recebeu a influência de Gauguin e Toulouse-Lautrec (período azul, com obras de tema popular, e período rosa, centrado no mundo do circo). Na primavera de 1907, pintou na capital francesa As Senhoritas de Avignon, quadro com que rompe com a profundidade espacial, ao representar as figuras numa simultaneidade de planos, e inicia, assim, seu período cubista. Entre 1908 e 1911, desenvolveu sua fase analítica por meio da decomposição das formas, especialmente de paisagens como as de Horta d'Ebre, ao mesmo tempo que reduz a sua gama cromática aos cinzentos. Em 1912, interessou-se pela técnica da colagem: Natureza Morta com Cadeira de Palha, com que inicia também sua passagem para o cubismo sintético, no qual prevalece a reconstrução do objeto através de seus planos essenciais. Ao mesmo tempo, sua gama cromática amplia-se de novo, como se observa em Natureza Morta Dentro de uma Paisagem (1915). Depois de passar por uma fase realista e outra com influências surrealistas, a guerra civil imprimiu uma marca profunda em sua produção. Assim, o bombardeamento da cidade de Guernica levou-o a criar Guernica, exposto no pavilhão espanhol da Exposição de Paris em 1937, como protesto pela violência sem sentido da guerra, sentimento também expresso no quadro Matanças na Coréia (1950). A partir de 1947, interessou-se especialmente pela cerâmica e pela reelaboração de obras clássicas: Mulheres de Argel, de Delacroix (1955), As Meninas, de Velásquez (1957), ou Merenda Campestre, de Manet (1960).
Um dos grandes gênios da pintura contemporânea, filho de um professor de Desenho e Pintura, deslocou-se ainda jovem para Barcelona, onde estudou Belas-Artes e pintou seus primeiros quadros de tendência acadêmica, entre os quais se destaca Ciência e Caridade (1897). No início do século XX, partiu para Paris, cidade em que se instalou em 1904 e onde recebeu a influência de Gauguin e Toulouse-Lautrec (período azul, com obras de tema popular, e período rosa, centrado no mundo do circo). Na primavera de 1907, pintou na capital francesa As Senhoritas de Avignon, quadro com que rompe com a profundidade espacial, ao representar as figuras numa simultaneidade de planos, e inicia, assim, seu período cubista. Entre 1908 e 1911, desenvolveu sua fase analítica por meio da decomposição das formas, especialmente de paisagens como as de Horta d'Ebre, ao mesmo tempo que reduz a sua gama cromática aos cinzentos. Em 1912, interessou-se pela técnica da colagem: Natureza Morta com Cadeira de Palha, com que inicia também sua passagem para o cubismo sintético, no qual prevalece a reconstrução do objeto através de seus planos essenciais. Ao mesmo tempo, sua gama cromática amplia-se de novo, como se observa em Natureza Morta Dentro de uma Paisagem (1915). Depois de passar por uma fase realista e outra com influências surrealistas, a guerra civil imprimiu uma marca profunda em sua produção. Assim, o bombardeamento da cidade de Guernica levou-o a criar Guernica, exposto no pavilhão espanhol da Exposição de Paris em 1937, como protesto pela violência sem sentido da guerra, sentimento também expresso no quadro Matanças na Coréia (1950). A partir de 1947, interessou-se especialmente pela cerâmica e pela reelaboração de obras clássicas: Mulheres de Argel, de Delacroix (1955), As Meninas, de Velásquez (1957), ou Merenda Campestre, de Manet (1960).
Pensamentos
"A arte não é um espelho para refletir o mundo, mas um martelo para forjá-lo"
Vladimir Maiakóvski
Vladimir Maiakóvski
"Entre Aspas"
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