Por:Jose Brechner **
...“minhas idéias mudam a cada dia, mas não o meu coração” (Barack Obama)
Destruir os fundamentos deste país foi o velho sonho das ideologias totalitárias, dos líderes fracassados. Karl Marx recomendava encher as ruas da América com drogas e pornografia para aviltar e debilitar a juventude.
Os muçulmanos, sem exceção, vêem os Estados Unidos como infiéis que devem ser exterminados, e crêem que com o terrorismo o conseguirão. Outros, com um enfoque mais “civilizado”, pensam minar por dentro nossas estruturas morais, sociais e políticas.
O que está acontecendo com o candidato à presidência, Barack Hussein Obama, faz-me lembrar, inevitavelmente, o que aconteceu com Fidel Castro, e o que depois sucedeu com Chávez. Quando advertimos nossos amigos venezuelanos que o preço da “mudança” poderiam pagar com a privação da liberdade, nos acusaram de ver ameaças até dentro de um prato de sopa... Tínhamos razão, mas já era tarde demais...
Para Obama, os fins justificam os meios, basta recordar algumas de suas atuações e declarações. No início, disse que isso era uma hipocrisia, quando lhe perguntaram por que não levava uma bandeira americana na lapela. Mas no primeiro debate com o candidato republicano McCain, Obama tinha a bandeira americana na lapela. Prova irrefutável de sua inconsistência e de seu oportunismo. A moral de Obama está subordinada aos seus interesses políticos.
Se Obama fosse eleito presidente, nossa sociedade estaria mais do que nunca em grande perigo. Um dos seus objetivos é a dissolução da família e dos seus valores. Ele apóia a união civil entre os de mesmo sexo. Quer introduzi-la na Constituição. Está a favor da adoção de crianças pelos casais homossexuais. Diz não, para a oração nos colégios; mas sim, para a distribuição de preservativos.
Quanto ao aborto, votou em todas as ocasiões a favor de todo tipo e em qualquer circunstância. É favorável a que não se comunique aos pais se suas filhas de 13 ou 14 anos decidem abortar. Quer descriminalizar o ato de levar menores de idade de um estado a outro para a realização do aborto.
Creio que não há crime mais abominável do que o aborto parcial, que consiste em extrair o bebê até metade de seu corpo fora do útero, para poderem alegar que não nasceu. Pratica-se no final da gravidez, o recém-nascido está vivo, mas lhe perfuram o crânio e com um aspirador de sucção lhe extraem o cérebro. Só verdadeiros criminosos desalmados podem aprovar esses assassinatos da mais débil das criaturas: o bebê. Obama é o mais fervoroso defensor desses crimes. Seus seguidores agora estão dizendo que ele não apóia o aborto. Mas os registros de suas votações no Congresso desmentem essa farsa.
Se Obama se tornar presidente, como dois dos magistrados da Suprema Corte têm muitas possibilidades de se aposentar, ele escolheria os seus substitutos, que teriam que pensar como ele pensa sobre o aborto, a homossexualidade e outros temas.
Mas o mais grave é a apologia que faz dos terroristas. William “Bill” Ayers foi um dos fundadores da organização esquerdista The Weathermen. Foram eles que puseram a bomba no quartel da polícia de Nova York em 1970. E a bomba no Capitólio de Washington em 1971, como também a do Pentágono em 1972, entre outros atos terroristas.
Ayers declarou em 1995: “sou um radical esquerdista, pequeno comunista” (sic). Aliado do movimento negro de libertação, visava a destruição do imperialismo norte-americano. Em junho de 1974 o movimento “Weather underground” redigiu um documento que afirmava: Nós somos uma organização de guerrilheiros, somos homens e mulheres comunistas, embora na clandestinidade...” (sic).
Há mais. Obama e Ayers atuaram juntos em uma organização de extrema-esquerda, Woods Fund Board, de 1999 a 2002. Ayers apresentou-o para os seus amigos terroristas, e com eles organizou eventos em sua casa para angariar dinheiro para a primeira campanha do candidato ao Senado em Illinois, o seu amigo Obama. Juntos apareceram muitas vezes em conferências públicas e em painéis. Ayers foi doador da campanha de Obama em 2001.
Ayers agora é um celebrado professor da Universidade de Illinois em Chicago. Leciona Justiça Social, reforma da educação, reforma sexual etc. etc. Se Obama se tornar presidente, Ayers terá um cargo importante na administração. Porque Obama disse em 1993 que Ayers era "uma pessoa respeitável" e que estava "orgulhoso de sua amizade”.
Obama pertenceu a uma igreja racista, a Trinity United Church of Christ, que defende a Teologia da Libertação, inspirada no livro de James H. Cone, “Blacks Power and Black Theology”. Como não lhe convinha, mais uma vez subordinou sua “moral” às suas ambições políticas, e afastou-se dessa igreja, mas seu coração continuou com ela... Obama jurou os 12 preceitos ou mandamentos dela, depois negou-os, mas seu guia espiritual, o racista Jeremiah Wright, o desmentiu. “Nós somos africanos e devemos ser leais a nossa terra nativa, o Continente Mãe (África), o berço da civilização”.
A lealdade de Obama pertence à África, e é por isto que se nega a saudar a bandeira e a colocar sua mão no coração quando é tocado o Hino Nacional Norte-Americano. Por isso não queria colocar a bandeira na sua lapela; por esse motivo mandou apagar a bandeira americana na cauda do avião de campanha, conforme lhe ditava seu coração...
Para Obama, a máxima marxista de “o fim justifica os meios” é um recurso que emprega continuamente: engana, se tiver que enganar; mente, se tiver que mentir, como faz no dia-a-dia. E num auge de cinismo declarou o seguinte: “Minhas idéias mudam a cada dia, mas nao meu coração...entao, colocou a bandeirinha na LAPELA
Não se viu, nos últimos cinqüenta anos, uma eleição tão polarizada e manipulada. Se Barack Obama for eleito, as opiniões no Congresso e na população em geral serão fortemente divergentes
Se por algum motivo no futuro esta campanha presidencial norte-americana for lembrada, será por seu radicalismo esquerdista. Não se viu, nos últimos cinqüenta anos, uma eleição tão polarizada e manipulada. Se Barack Obama for eleito, as opiniões no Congresso e na população em geral serão fortemente divergentes.
O extremismo leva ao extremismo, toda ação leva a uma reação, e a falta de moderação, suas meias verdades e descaradas mentiras gerarão, cedo ou tarde, um efeito calamitoso, que desordenará a que até agora foi a democracia mais livre e equilibrada do planeta.
O New York Times hoje não se diferencia do Pravda. O mesmo ocorre com Newsweek, Times, MSNBC. Sem falar na CNN, que se converteu no canal mais esquerdista, pró-islâmico e antidemocrático da TV.
A retórica pré-fabricada de Obama é tão frágil e carente de sustentação, que não se atreveu a ser entrevistado por Sean Hannity, de Fox News, ainda que este lhe tenha adiantado algumas das perguntas que queria fazer-lhe.
Por sua vez, Ophra Winfrey não teve a decência de convidar Sarah Palin para o seu show, com receio de se apoquentar. Para Ophra, como para Colin Powell, que foi o maior conhecedor do Oriente Médio e principal responsável político-militar da guerra no Iraque, assim como para a maioria dos afro-americanos, ser negro está acima de qualquer ideologia. O racismo se propagará nos Estados Unidos se Obama se tornar presidente. A razão está começando a ceder diante do fanatismo do orgulho étnico.
Este fenômeno, que se tornou comum nos países árabes, África e Bolívia, é até certo ponto compreensível no Terceiro Mundo, devido à ignorância dos seus habitantes. Se ganham os democratas, tentarão calar as vozes da oposição com mentiras e falsidades iguais ou piores às que até agora proferiram.
Se Obama ganhar, sua relação com os terroristas árabes e com Chávez será cordial, se não íntima. Não foi por acaso que deles recebeu respaldo e simpatia. Obama é de tendência marxista, como o seu primo Raila Odinga, um feroz comunista que para dissimular seu extremismo se intitula social democrata. Atualmente ocupa o cargo de primeiro-ministro do Quênia.
Odinga batizou seu filho com o ridículo nome de Fidel Castro Odinga, em honra ao seu ídolo cubano. Comenta-se que durante sua desapiedada carreira política tocou fogo numa igreja, na qual foram queimadas vivas mais de 20 pessoas, inclusive crianças. Suas atividades pós-eleitorais causaram a morte de mais de 1.500 pessoas e o deslocamento de 600.000. Seu lema de campanha foi “a plataforma para a mudança”. Quando assumiu o poder, recebeu uma chamada telefônica de felicitação de seu primo norte-americano Barack.
Os democratas que se caracterizavam pela defesa das liberdades individuais, especialmente a de expressão, sem restrições, estão cavando seu próprio túmulo ao abusar deste direito, ofuscando a verdade. É que os povos não morrem, se suicidam. A queda das grandes potências sempre foi precedida por sua decadência ética e moral. E o Partido Democrata está agindo de modo imoral em todas as suas frentes, principalmente na mídia.
Os democratas propagaram uma publicidade anti-Bush tão desmedida, que supõe que se os republicanos deixarem o poder, o mundo vai cultivar um intenso e irrefreável amor pelos norte-americanos. Não percebem que os que odeiam os norte-americanos, os odeiam a todos do mesmo modo. Para os anti-americanos, não há diferenças entre democratas e republicanos, nem sequer sabem o que os diferencia.
O Partido Democrata também está envolvido na fraude eleitoral, como se descobriu em sua organização afiliada Acorn, e está explorando a crise econômica global atribuindo-a integralmente a Bush, por mais que os mercados se movam segundo suas próprias regras. Com Obama a crise financeira se intensificará, porque o arrogante senador é um principiante parlamentar com péssimo currículo em tomada de decisões e não é pessoa confiável para Wall Street.
A inexperiência de Obama será aproveitada pelos inimigos dos Estados Unidos. Ao próximo presidente o esperam com os braços abertos Al Qaeda, Hezbollah e Hamás, junto como Ahmadinejad, Chávez e outros hooligans. A aspiração de Obama, de confraternizar com essas redes criminosas e indivíduos perturbados, será o ticket de ingresso na carnificina nuclear.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
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