sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Fiat condenada a indenizar em US$ 100 milhões

Fiat é condenada em processo de US$ 100 milhões

Montadora terá de pagar indenização à empresa que distribuía 50% de seus veículos no Brasil

EXAME

Fábrica da Fiat em Betim: esqueleto judicial veio em momento ruim para o setor automotivo

Por Fabiane Stefano Portal EXAME
Em um ano que o mercado de veículos no Brasil deve encolher, a Fiat tem mais um problema: uma conta de 100 milhões de dólares a título de indenização a ser paga a um antigo fornecedor. A montadora foi condenada num processo movido pela BF Transportes, empresa que até 1999 realizava 50% da distribuição dos veículos da marca italiana produzidos no Brasil. A BF argumenta que, em 1996, a Fiat passou a descumprir parcialmente o contrato e o rompeu por completo em fevereiro de 1999. Na época, 90% das operações da BF eram atreladas à distribuição da Fiat. Para isso, a transportadora dedicava 150 caminhões próprios e ainda operava com 300 veículos de terceiros. Com o rompimento do contrato, a empresa alega que teve de demitir boa parte dos funcionários.
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A Fiat foi condenada pelo Superior Tribunal de Justiça em dezembro de 2007, mas apenas no dia 12 de janeiro de 2009 foi divulgado o resultado da perícia judicial, apurando o valor de 226,3 milhões de reais a ser pago à BF. O laudo é assinado pela perita Ângela Maria de Almeida, designada pela 6ª. Vara Civil de Betim, onde o processo começou. De acordo com o advogado da BF, Luiz Cesar Pascual, a empresa ganhou na Justiça o direito de receber os lucros cessantes relativos ao transporte de cerca de 2 milhões de automóveis. O montante apurado pela perícia equivale a 13% do lucro líquido registrado em 2007 pela Fiat.No último balanço da Fiat, relativo ao exercício de 2007, o valor provisionado para contingências era de 356 milhões de reais. As notas explicativas do balanço, no entanto, indicavam que boa parte das provisões era direcionada a processos de natureza tributária. Por meio de sua assessoria de empresa, a Fiat diz que está contestando o valor apurado pela perícia judicial.

O silêncio da vergonha

Jarbas falou e todos se calaram

Mas há algo de novo e muito novo nos esquemas de corrupção do lulo-petismo.
A ministra Dilma Roussef não se quis pronunciar a respeito da entrevista do senador Jarbas Vasconcelos à revista Veja.

Leia o post Jarbas conta tudo

Num gesto nada elegante, revelador de profundo desagrado, Dilma deu as costas aos jornalistas e disparou: "Tem dó"!
Por sua vez, o inefável Marco Aurélio Garcia pretendeu dar o troco à acusação de Jarbas Vasconcelos de que o Bolsa Família se tornou "o maior programa oficial de compra de votos do mundo". E, bem ao estilo corrente nas hostes lulo-petistas, esquivou-se à discussão e disparou sua agressão pessoal, de laivo ideológico: o senador "se tornou um conservador, com um viés senhorial".
Caso que pode virar um incontrolável "mensalão"
Também no PMDB as afirmações da entrevista parecem ter caído no vazio. A Executiva Nacional do partido afirmou que não daria maior atenção às mesmas "pela generalidade das acusações".
Clóvis Rossi, em artigo para a Folha de S. Paulo, ressaltou bem que não houve sequer indignação fingida, nem alegações de "ilibada reputação", algo que parece estar em desuso.
No jornal Valor (18.fev.2009), Rosângela Bittar ressaltou que, em face da entrevista, o PMDB e o governo Lula exibem um perfil desprezível, "traçado por uma voz contundente, uma fala substantiva, um discurso político, como há muito se cobrava à oposição. Jarbas não observou conveniências e tudo no seu discurso fez sentido".
Segundo a chefe de redação do jornal Valor em Brasília, todos se fingem desentendidos pelo temor de reagir: "Talvez deduzam que, mesmo sendo um discurso político, pode haver provas e, se as há, qualquer movimento em falso faz o caso virar um incontrolável 'mensalão'."
O lulo-petismo desmoralizou as instituições
Como pude ressaltar no post Jarbas conta tudo, a corrupção na política não é coisa nova, nem sequer exclusividade nacional. Mas há algo de novo e muito novo nos esquemas de corrupção do lulo-petismo.
Estimulando os piores apetites em relação ao erário público, o lulo-petismo visa um projeto de poder, continuísta, autoritário e de cunho ideológico. O escândalo do "mensalão" foi apenas um indício dessas práticas.
O lulo-petismo estabeleceu espúrias alianças partidárias, enfraqueceu o dinamismo opositor, alimentou máquinas gigantescas de benesses sociais, aparelhou o Estado, cooptou boa fatia da imprensa com fundos de propaganda oficial e desmoralizou as instituições.
Tudo ao som "melodioso" de intrigantes pesquisas de opinião, que proclamam dogmaticamente uma estratosférica popularidade do Presidente-operário (desmentidas, entretanto, de modo contundente pela realidade; derrotas eleitorais, vaias, etc.) mas repetidas incansavelmente.
O único projeto de poder é o próprio Lula
Arnaldo Jabor (O Globo, 17.fev.2009) também se debruçou sobre a entrevista do senador Jarbas Vasconcelos, que considera mais um "manifesto", um retrato das alianças espúrias e da corrupção revolucionária:
" A entrevista de Jarbas Vasconcelos na revista "Veja" desta semana é uma rara ilha de verdade neste mar de mentiras em que naufragamos. (...)
De dentro de casa, Jarbas berrou: "O PMDB é corrupto!". E mostrou como esse partido nos manipula, sob o guarda-chuva do marketing populista de Lula. (...)
Era preciso que um homem de estatura política abrisse a boca finalmente, neste país com a oposição acovardada diante do ibope de Lula.
Estamos aceitando a paralisia mental que se instalou no país, sob a demagogia oportunista deste governo.
É mais que uma entrevista - é um manifesto do "eu-sozinho", um ato histórico (...) é um retrato de como alianças espúrias e a corrupção "revolucionária" deformaram a própria cara da política brasileira. Com suas alianças e negaças, o governo do PT desmoralizou o escândalo! (...)
Jarbas não tem medo de ser chamado de reacionário pelo povão ou pelos intelectuais que ainda vivem com o conceito de "esquerda" entranhado em seus cérebros, como um tumor inoperável. Essa palavra "esquerda" ainda é o ópio dos intelectuais e "santifica"qualquer discurso oportunista. Na mitologia brasileira, Lula continua o símbolo do "povo" que chegou ao poder. A origem quase "cristã" desse mito de "operário salvador", de um Getúlio do ABC, dá-lhe uma aura intocável. (...)
A última vez que vimos verdades nuas foi quando Roberto Jefferson, legitimado por sua carteirinha de espertalhão, botou os bolchevistas malucos para correr.
O lulismo esvazia nossa indignação, nossa vontade de crítica, de oposição. Para ser contra o que, se ele é "a favor" de tudo, dependendo de com quem está falando - banqueiros ou desvalidos? Ele põe qualquer chapéu - é ecumênico, todas as religiões podem adorá-lo.
Ele ostenta uma arrogância "simpática" e carismática que nos anestesia e que, na mídia, cria uma sensação de "normalidade" sinistra, mas que, para quem tem olhos, parece a calmaria de uma tempestade que virá para o próximo governante.
Herdeiro da sensata organização macroeconômica de FHC, que, graças a Deus, o Palocci manteve (apesar dos ataques bolchevistas dos Dirceus da vida), Lula surfou seis anos na bolha bendita da economia internacional, mas não aproveitou para fazer coisa alguma nova ou reformista.
Lula tem a espantosa destreza de nos dar a impressão de que "tudo vai bem", de que qualquer critica é contra ele ou o Brasil. (...)
O único projeto do governo é o próprio Lula. Em cima dos 84% de aprovação popular, nada o comove. Só se comove consigo mesmo. (...) Hoje, não temos nem governo nem oposição - apenas um teatro em que protagonistas e figurantes são o PMDB.
E no meio disso tudo: o Lula, um messias sem programa, messias de si mesmo. (...)
Nem o PT ele poupou para "conservar" a si mesmo. O PMDB é sua tropa de choque, seu "talibã" molenga e malandro.
Agora...tentem explicar este quadro que Jarbas sintetiza com a clara luz de sua entrevista para um pobre homem analfabeto que descola 150 reais por mês do Bolsa Família...
Vivemos um grande autoengano. "
Fonte: http://radardamidia.blogspot.com/

Movimento de baderneiros

Sem-terras são presos suspeitos de chacina em São Joaquim do Monte (PE)

Colaboração para a Folha Online

Quatro seguranças foram mortos a tiros numa chacina na tarde deste sábado (21) em uma fazenda localizada no município de São Joaquim do Monte (a 130 km de Recife). A polícia prendeu dois sem-terra suspeitos de envolvimento nos crimes, que ocorreram por volta das 15h30. Segundo informações da Polícia Militar, as vítimas trabalhavam na fazenda Consulta, cuja reintegração de posse foi realizada pela Justiça nesta quinta-feira (19). Os suspeitos que foram presos estavam na invasão da fazenda. A polícia realizou buscas na região, mas não encontrou informações sobre outros suspeitos de envolvimento na chacina. "O clima na cidade está tenso demais. É frustrante matarem quatro homens numa cidade pacata como essa", disse o soldado Barbosa, do 6º Pelotão do 4º Batalhão de Caruaru. O caso será investigado pela delegacia do município.

EMBRAER

EMBRAER

Caros do Grupo,
Enquanto a empresa crescia, baseada na capacidade e dedicação de seus funcionários, sabedoria e entendimento de seus investidores e na dedicação e competência dos militares do CTA/ITA, que criaram uma empresa que, após privatizada cresceu e conquistou mercados e gerou milhares de empregos, não contou com nenhum apoio dos incompetentes, onde o principal foi buscar um avião na Alemanha/França e o decorou com um suntuoso bar e aposentos nos Estados Unidos. A incompetência foi gritante, foi na contramão do que o Brasil precisa.
Se houvesse coerencia, seria posto à venda o Air Force 51, o sucessor do Sucatão, o Air Force 51 e adquiriria um dos modernos jatos brasileiros.
A EMBRAER deve demitir e o governo não deve fazer ingerências neste sentido.
A questão é que a EMBRAER não é cabide de empregos, deve ser mantida competitiva; e se o número de clientes reduziu, também devem ser reduzidos os fatores de produção, inclusive o número de pessoas necessárias para o novo nível de produção, agora afetado pela "Marolinha". Os concorrentes dela também o estão fazendo. Sobreviverão as melhores empresas no setor.
O quadro é triste, mas é a realidade.
"Os esquerdistas, contumazes idólatras do fracasso, recusam-se a admitir que as riquezas são criadas pela diligência dos indivíduos e não pela clarividência do Estado." (Roberto de Oliveira Campos)
Acesse: http://www.embraer.com.br/portugues/content/aeronaves/
Vale lembrar que o Primeiro-ministro alemão utiliza avião de carreira, assim como inúmeros primeiros-ministros, Reis e Rainhas, e até mesmo presidentes.
Eu apenas fico em dúvido, se viesse a solicitar a aquisição de um avião da EMBRAER, será que não seria uma péssima propaganda? Pois ...
"É possível enganar algumas pessoas todo o tempo; é também possível enganar todas as pessoas por algum tempo; o que não é possível é enganar todas as pessoas todo o tempo" (President Abraham Lincoln - February 12, 1809 - April 15, 1865)
Pessoas como ele acreditam que o lucro seja feito para distribuir a outros que não os acionistas, que livremente optaram por investir e acreditaram em uma empresa que tinha um potencial de crescimento. O lucro, deveria ele saber, deve ser destinado à melhoria e criação de novos produtos, ampliação do negócio ou criação de novos, pagamento de impostos, etc.. Nunca ser destinado a manutenção de privilégios injustificados.
Empresas que não são competentes, o que exige a administrção de seus custos, vão à falência e assim não geram emprego algum, não pagam impostos e muito menos geram divisas. A questão é portanto: O que fazer para termos empresas competentes?
Ainda que requeiram tempo, as soluções existem. Mas, dependem de pesquisa científica, projetos sérios e planejamento. Em resumo, de uma boa administração e de uma boa engenharia. Mas, e os administradores? E os engenheiros? Esta pergunta os eleitores do sr. Luiz Inácio Lula da Silva não souberam fazer. Mas isso não é novidade, pois o Professor Dr. Stephen Kanitz (FEA/USP), nacionalmente conhecido como colunista em importantes jornais e revistas de circulação nacional, já nos vem alertando para a causa da má gestão pública:
http://www.kanitz.com.br/veja/pais.asp http://www.kanitz.com.br/veja/faltam_engenheiros_governo.asp
E já que citei o Prof. Kanitz, recomendo o artigo - neste ele foi brilhante:http://www.kanitz.com.br/impublicaveis/defesa_da_classe.asp
O que o incompetente fez até agora:1.. comprou um avião da concorrência;2.. desestimulou investidores, atacando-os;3.. ofendeu nossos melhores brasileiros, os militares que souberam criar um CTA e com ele um ITA, e depois os primeiros passos da EMBRAER;4.. criou todo tipo de complicador para a empresa crescer, assim como qualquer outra empresa brasileira, as penaliza com excessiva tributação, muito acima do racional e suportável, neste ponto superou todos os padrões de idiotia;5.. criou todo tipo de desestímulo para a criação e manuteção de empresas com alto valor agregado, empresas que efetivamente geram emprego, renda e asseguram que não haja concentração de renda, como nos setores que ele privilegia, o de commoditie em especial. Seguramente ele deve desconhecer o "Doce de Banana da Vovó", como ele gera emprego, renda e asseguram que não haja concentração de renda, quando comparado com a simples comercialização da banana "in natura".
Abraços,
Gerhard Erich Boehme

Fascista!!!


Cale a boca, farsante!

Os comunistas são os mais frequentes usuários do termo “fascista” para queimar a reputação dos seus adversários, mas sabem bem que lhes falta a mais mínima autoridade moral para isso.


Por: Olavo de Carvalho


Em entrevista divulgada pela agência Carta Maior, José Luís Del Roio, 65, brasileiro transfigurado em senador na Itália pelo Partido da Refundação Comunista entre 2006 e 2008, protesta contra a insistência do governo italiano em obter a extradição de Cesare Battisti: "O Brasil não pode entregar um homem inofensivo a um governo fascista", diz ele. Del Roio adverte que o governo Berlusconi está trazendo o fascismo de volta à Itália e tentando criminalizar como terroristas os heróis da luta revolucionária comunista. A imaginação popular está tão bem adestrada na deformação gramsciana do senso das proporções, que poucas pessoas notam o grotesco da situação quando um comunista adverte contra os perigos do fascismo italiano. Como o leitor pode observar no meu artigo anterior, o regime de Mussolini nem mesmo entra na lista dos poderes genocidas que marcaram o século 20 como a etapa mais sangrenta da história humana – lista na qual os governos comunistas da URSS e da China são responsáveis por mais da metade do total dos assassinatos em massa praticados por autoridades estatais contra suas próprias populações civis. Os comunistas são os mais frequentes usuários do termo "fascista" para queimar a reputação dos seus adversários, mas eles sabem perfeitamente bem que lhes falta por completo a mais mínima autoridade moral para isso, não só pelo fato de que o uso monstruosamente elástico que dão ao termo acaba por esvaziá-lo de qualquer sentido identificável, rebaixando-o a mera expressão subjetiva de ódios irracionais, mas também porque, comparado aos feitos homicidas do comunismo, o fascismo italiano, por mais repugnante que seja em si mesmo, começa a parecer um hotel de cinco estrelas. A desproporção entre as culpas do acusador e as do acusado é tamanha, que a única resposta cabível ao sr. Del Roio é: Cale a boca, farsante! Todo comunista, e o sr. Del Roio não constitui exceção, é cúmplice moral dos crimes mais hediondos já praticados contra a espécie humana, e está, por definição, excluído do rol das pessoas decentes cuja opinião merece ser ouvida com atenção e respeito. A distância entre o governo Berlusconi e o fascismo é uma coisa tão óbvia que só uma mente deformada não consegue enxergá-la. Para o sr. Del Roio, porém, o mero sentimento de incomodidade que afeta os italianos quando vêem a imigração usada como instrumento de ocupação cultural já é uma prova inequívoca de "fascismo". Mas mesmo que o gabinete Berlusconi estivesse repleto de camisas-negras e cantasse Facceta nera no início de todas as suas sessões, sua periculosidade seria quase nula em comparação com as tradições que o próprio sr. Del Roio representa. Nessas condições, a simples disposição de discutir as opiniões dessa criatura num jornal respeitável já é, de certo modo, corromper a opinião pública, cegando-a para os verdadeiros termos da equação em jogo. Nenhum comunista tem o direito moral de falar em "liberdade", "direitos humanos" e coisas dessa ordem – nem mesmo quando, na falsidade geral do quadro que ele impinge ao público, alguns fatos se destacam como verdades isoladas. Mas na entrevista do sr. Del Roio não há nem mesmo verdades isoladas. Ele considera um escândalo, por exemplo, que o governo italiano tente neutralizar velhos conflitos históricos recusando-se a endossar a distinção maniqueísta que transforma todos os fascistas em demônios e todos os partiggiani comunistas em heróis angélicos. Como militantes comunistas, os partiggiani carregavam nas costas mais crimes de assassinatos em massa do que Mussolini ousaria sequer imaginar. Se, no contexto local e momentâneo, lutavam ao lado de democratas sinceros contra um regime autoritário, isto não faz deles "combatentes pela liberdade", mas apenas aproveitadores que tentaram se utilizar de uma aliança com os democratas para substituir o mero autoritarismo de Mussolini pelo totalitarismo de Stalin. Não há mérito nenhum nisso. Há apenas hipocrisia e cinismo, exatamente como nos terroristas brasileiros pagos e treinados por Fidel Castro para trocar o autoritarismo brando e hesitante dos nossos militares por um regime de feição cubana, com um agente da polícia secreta para cada 28 habitantes. Quando a agência Carta Maior divulga a entrevista do sr. Del Roio sem dar ao leitor a mínima ideia do contexto histórico em que se inserem as suas palavras, ela faz propaganda comunista e desinformação. Não discuto, por demasiado cínica, a tentativa que o entrevistado faz de classificar o autor de quatro assassinatos como “homem inofensivo”. Nem discuto a comparação que ele monta entre Cesare Battisti e os governantes estrangeiros exilados no Brasil, Marcelo Caetano e Alfredo Stroessner. No caso deste último, a comparação, embora juridicamente despropositada, é quase justa do ponto de vista moral. No de Marcelo Caetano, que jamais foi um ditador, mas apenas herdeiro acidental de uma ditadura que ele tentou abrandar por todos os meios, é totalmente absurda. Mas, nos dois casos, equalizar chefes de Estado com um assassino já condenado pela justiça é obviamente capcioso. Nenhum desses dois políticos estava condenado com sentença transitada em julgado, que é precisamente o caso de Battisti – um homem que seus próprios companheiros de militância repelem como assassino feroz indigno de piedade. No mesmo momento em que a Carta Maior espalha a mensagem do sr. Del Roio como se fosse uma defesa sincera dos direitos humanos, começa em Phnom Penh o primeiro julgamento de um genocida comunista – um dos líderes do Khmer Vermelho –, com meio século de atraso e sem a mais mínima repercussão na mídia internacional. O esforço pertinaz da classe jornalística em toda a parte para ocultar os crimes comunistas sob espantalhos de ocasião como o fascismo italiano ou o ex-ditador chileno Augusto Pinochet é, em si mesma, um crime contra a humanidade. Mas esse crime já se tornou tão rotineiro que já ninguém mais o percebe como tal. PS - Aviso recebido do historiador Carlos Azambuja: José Luiz del Roio fez um curso de luta armada em Cuba, em 1968/1969, sob o codinome de "Barba Ruiva", quando militante da ALN.
Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia

Relações abaladas entre nações

Batalha legal por uma criança abala laços entre duas nações
The New York Times
Kirk Semple*
Quando a mulher de David Goldman, Bruna, e seu filho de quatro anos, Sean, embarcaram em um avião no Aeroporto Internacional de Newark Liberty em junho de 2004, David Goldman planejava unir-se a eles uma semana depois, no Rio de Janeiro. Vários dias depois, Bruna Goldman ligou e disse que queria o divórcio. Ela estava no Brasil, seu país natal, assim como o menino, segundo ela.
Com o telefonema, a família de Goldman entrou em um caso notório de sequestro internacional e custódia que continua em tribunais americanos e brasileiros e agora chegou ao seu mais alto nível no governo Obama.
Desde que o menino entrou naquele avião, David Goldman só viu seu filho, hoje com 8 anos, uma vez em um rápido encontro no Rio neste mês. E nunca mais viu sua mulher, que morreu de complicações do parto da filha de seu segundo marido, o advogado que a representou contra David Goldman.
O caso tornou-se um ponto delicado no relacionamento entre os Estados Unidos e o Brasil e pode estar na agenda da secretária de Estado Hillary Rodham Clinton quando reunir-se com Celson Amorim, ministro de relações exteriores do Brasil, preparar o encontro marcado para o próximo mês entre o presidente Barack Obama e o presidente brasileiro Luis Inácio Lula da Silva, dizem antigos e atuais membros do Departamento de Estado.
O centro do problema diplomático está na forma como Brasil lidou com o caso, previsto por um tratado internacional que trata de sequestro de crianças.
"Se esta fosse uma disputa sobre a recuperação de um artefato ou de um documento da história dos EUA, então seria infeliz, mas aceitável permitir que anos se passassem enquanto o caso fosse julgado em cortes locais. Mas se você está lidando com uma criança que foi privada do contato com o pai por quatro anos e meio, o tempo é o inimigo", disse Bernard W. Aronson, ex-subsecretário de Estado para assuntos interamericanos que vem aconselhando Goldman.
O caso gerou considerável atenção da mídia. Uma série de páginas de Facebook e MySpace e um site da Web, BringSeanHome.org, foram criados para apoiar Goldman. Duas resoluções estão pendentes no Congresso americano exigindo que o Brasil repatrie Sean.
David Goldman conheceu Bruna Ribeiro quando era modelo em Milão, Itália, em 1997; ela estava estudando moda. Eles se casaram em 1999 e se mudaram para Tinton Falls, Nova Jersey. Bruna Goldman deu à luz a Sean em 2000.
David Goldman, 42, que agora trabalha como capitão de barco de pesca, agente imobiliário e modelo, disse que não tinha idéia que sua mulher estava infeliz até o dia 20 de junho de 2004, quando ela ligou pedindo o divórcio e a custódia definitiva de Sean. "Não tinha a menor idéia", disse ele em entrevista telefônica na semana passada. Em agosto de 2004, um juiz da Suprema Corte de Nova Jersey concluiu que os esforços de Bruna Goldman para manter Sean no Brasil eram "criminosos" e determinou a imediata repatriação do menino.
No início de setembro, depois que Bruna Goldman não cumpriu a ordem do juiz, o advogado de David Goldman notificou o Escritório de Questões da Criança no Departamento de Estado que ajuda os americanos em casos de sequestro de crianças. Os EUA e o Brasil estão entre 68 países que assinaram um tratado, chamado Convenção de Sequestro de Haia, que fornece um mecanismo para os países signatários resolverem casos de sequestros internacionais de crianças.
Sob a convenção, os países concordam que uma criança que foi removida por um dos pais de um país signatário e retida em outro país signatário em violação dos direitos custodiais do outro pai deve ser prontamente devolvida. Depois que a criança é devolvida, a disputa pela custódia pode ser resolvida nos tribunais daquele país. O tratado determina onde casos de custódia devem ser ouvidos, mas não tenta determinar quem deve ficar com a custódia.
O Departamento de Estado submeteu o caso ao governo brasileiro, em busca de cooperação para o retorno de Sean.
David Goldman também moveu uma ação no Brasil para a repatriação de Sean, citando a Convenção de Haia. Em outubro de 2005, um juiz federal no Rio, Fabio Tenenblat, escreveu em uma decisão que a "transferência ou retenção de Sean no Brasil ocorrera ilegalmente" sob as leis de Nova Jersey.
Entretanto, Tenenblat citou uma cláusula no tratado que permite que uma autoridade judicial mantenha a criança no segundo país se "for demonstrado que a criança agora está estabelecida em seu novo ambiente" e se mais de um ano se passou desde o sequestro e o início da ação legal no segundo país.
Sean frequentava uma das melhores escolas do Rio, tinha muitos amigos e era uma "criança normal e feliz", disse Tenenblat.
Os advogados de David Goldman moveram recursos até a Suprema Corte Federal do Brasil, argumentando, entre outros pontos, que sua moção sob a Convenção de Haia tinha começado dentro de um ano do sequestro de Sean, disse Patrícia E. Apy, sua advogada em Nova Jersey.
Com o desdobramento da batalha legal, Bruna Godlman conseguiu o divórcio no Brasil e casou-se com seu advogado, João Paulo Lins e Silva, filho de um famoso advogado de família do Rio. Em agosto de 2008, com o caso pendendo na Suprema Corte, ela morreu no parto da filha.
Dias depois, Goldman voou para o Brasil para pedir a custódia do filho, mas um juiz de família deu a guarda e a custódia de Sean para Lins e Silva para "garantir plenamente o desenvolvimento pessoal e emocional" de Sean. A corte também negou o pedido de Goldman para visitar o filho.
Goldman disse que foi ao Brasil oito vezes. "Toda vez, basicamente, sou chutado e enviado para casa", disse ele.
Lins e Silva disse em mensagem eletrônica que a lei brasileira o proíbe de comentar o caso e transferiu todas as perguntas aos seus advogados. Autoridades americanas estão cada vez mais frustradas com o Brasil pela forma que está lidando com o caso e acreditam que Sean há muito deveria ter sido repatriado aos EUA.
Várias autoridades americanas em Washington e no Brasil -inclusive congressistas, membros de alto nível do Departamento de Estado e o embaixador americano em Brasília- reuniram-se com Goldman nos últimos meses para orientá-lo e expressar seu apoio.
O Departamento de Estado denunciou o Brasil pelos últimos três anos por não cumprir o tratado de abdução. O departamento culpou os tribunais brasileiros por tratarem casos de Haia erroneamente como disputas de custódia, desnecessariamente atrasando os processos e demonstrando injusta parcialidade em benefício dos cidadãos brasileiros, especialmente de mães.
"Os juízes não entendem o que é pedido deles, que é garantir o tratado internacional", disse uma autoridade do Departamento de Estado que pediu anonimato, porque as regras do departamento a proíbem de falar à imprensa.
Há atualmente cerca de 50 casos da Convenção de Haia não resolvidos envolvendo crianças sequestradas dos EUA e mantidas no Brasil, disse o Departamento de Estado. No dia 9 e 10 de fevereiro, Goldman teve permissão para visitar Sean por um total de 12 horas.
Os encontros ocorreram nas áreas comuns do complexo residencial onde mora Lins e Silva. Membros do consulado americano observaram os encontros à distância; a cada dia, Sean foi acompanhado por um psicólogo e um homem de 30 e poucos anos que se descrevia como "amigo" de Sean, disse Goldman.
"Depois de quatro anos de separação, nosso laço não estava rompido, mesmo sob circunstâncias extremamente tensas", disse Goldman, acrescentando que os dois jogaram basquete, nadaram e viram fotografias de família dos anos de Sean em Nova Jersey.
Neste mês, o caso voltou para a corte federal brasileira onde, segundo advogados de Goldman, será tratado como assunto da Convenção de Haia e não um caso de custódia.
Goldman, contudo, disse que estava se preparando para mais desapontamentos. "Já desci essa rua -ou subi essa montanha", disse ele, esgotado. "Ainda acordo todos os dias em casa, e meu filho não está dormindo na cama dele."
* Alexei Barrionuevo contribuiu do Rio de Janeiro, Brasil.
Tradução: Deborah Weinberg

Cláudio Humberto

Assunto:

- O presidente do Senado, José Sarney, é contra a entrada da Venezuela ao Mercosul.

- Jornalista Rui Martins considera urgente a criação do Estado do Emigrante.

- Devido a crise, governo estuda redução nos preços da gasolina e derivados.

- Produtora Caco de Telha, da cantora Ivete Sangalo, faturou R$ 8,5 milhões no Carnaval.

Para ler estas notícias na íntegra acesse:
http://www.claudiohumberto.com.br

Você sabia...

Você Sabia - Seu portal de curiosidades
Carnaval, Cinzas e Quaresma

Olhando para o calendário, rapidamente se percebe que é a Páscoa quem rege o Carnaval: a Páscoa é celebrada no primeiro Domingo da lua cheia após o equinócio da primavera, no hemisfério Norte. O Carnaval acontece entre 3 de Fevereiro e 9 de Março, sempre quarenta e sete dias antes da Páscoa, ou seja, após o sétimo Domingo que antecede o Domingo de Páscoa.
Carnaval

O Carnaval é uma festividade popular colectiva, cíclica e agrária. Teve como verdadeiros iniciadores os povos que habitavam as margens do rio Nilo, no ano 4000 a.C., e uma segunda origem, por assim dizer, nas festas pagãs greco-romanas que celebravam as colheitas, entre o séc. VII a.C. e VI d.C.A Igreja viria a alterar e adaptar práticas pré-cristãs, relacionando o período carnavalesco com a Quaresma. Uma prática penitencial preparatória à Páscoa, com jejum começou a definir-se a partir de meados do século II; por volta do século IV, o período quaresmal caracterizava-se como tempo de penitência e renovação interior para toda a Igreja, inclusive por meio do jejum e da abstinênciaTertuliano, São Cipriano, São Clemente de Alexandria e o Papa Inocêncio II foram grandes inimigos do Carnaval, mas, no ano 590, a Igreja Católica permite que se realizem os festejos do Carnaval, que consistiam em desfiles e espectáculos de carácter cómico.No séc. XV, o Papa Paulo II contribuiu para a evolução do Carnaval, imprimindo uma mudança estética ao introduzir o baile de máscaras, quando permitiu que, em frente ao seu palácio, se realizasse o Carnaval romano, com corridas de cavalos, carros alegóricos, corridas de corcundas, lançamento de ovos, água e farinha e outras manifestações populares.Sobre a origem da palavra Carnaval não há unanimidade entre os estudiosos, mas as hipóteses “carne vale” (adeus carne!) ou de “carne levamen” (supressão da carne) levam-nos, indubitavelmente, para o início do período da Quaresma. A própria designação de Entrudo, ainda muito utilizada entre nós, vem do latim “introitus” e apresenta o significado de dar entrada, começo, em relação a esse tempo litúrgico.

Cinzas

No dia seguinte, a cinza recorda o que fica da queima ou da corrupção das coisas e das pessoas. Este rito é um dos mais representativos dos sinais e gestos simbólicos do caminho quaresmal.Nos primeiros séculos, apenas cumprem este rito da imposição da cinza os grupos de penitentes ou pecadores que querem receber a reconciliação no final da Quaresma, na Quinta-feira Santa, às portas da Páscoa. Vestem hábito penitencial, impõem cinza na sua própria cabeça, e desta forma apresentam-se diante da comunidade, expressando a sua vontade de conversão.A partir do século XI, quando desaparece o grupo de penitentes como instituição, o Papa Urbano II estendeu este rito a todos os cristãos no princípio da Quaresma. As cinzas, símbolo da morte e do nada da criatura em relação a seu Criador, obtêm-se por meio da queima dos ramos de palmeiras e de oliveiras abençoados no ano anterior, na celebração do Domingo de Ramos.

Quaresma

O termo Quaresma deriva do latim “quadragesima dies”, ou seja, quadragésimo dia. É o período do ano litúrgico que dura 40 dias: começa na quarta-feira de cinzas e termina na missa “in Coena Domini” (Quinta-Feira Santa), sem inclui-la.O sexto Domingo, que dá início à Semana Santa, é chamado “Domingo de Ramos”, “de passione Domini”. Desse modo, reduzindo o tempo “de passione” aos quatro dias que precedem a Páscoa, a Semana Ssanta conclui a Quaresma e tem como finalidade a veneração da Paixão de Cristo a partir da sua entrada messiânica em Jerusalém.Uma prática penitencial preparatória para a Páscoa, com jejum, começou a surgir a partir de meados do século II; outras referências a um tempo pré-pascal aparecem no Oriente, no início do século IV, e no Ocidente no final do mesmo século.Nos primeiros tempos da Igreja, durante esse período, estavam na fase final da sua preparação os catecúmenos que, durante a vigília pascal, haveriam de receber o Baptismo.Por volta do século IV, o período quaresmal caracterizava-se como tempo de penitência e renovação interior para toda a Igreja, inclusive por meio do jejum e da abstinência, marcas que ainda hoje se mantêm.Na Liturgia, este tempo é marcado por paramentos e vestes roxas, pela omissão do “Glória” e do “Aleluia” na celebração da Missa.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Música - DJ videBula - Click para ouvir a música

http://www.pretinsongs.com/inter/A/alisson_krauss-let_me_touch_you_for_the_while_pretin.mid

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Aos que vierem depois de nós
Bertolt Brecht(Tradução de Manuel Bandeira)

"Realmente, vivemos muito sombrios!A inocência é loucura. Uma fronte sem rugas denota insensibilidade. Aquele que ri ainda não recebeu a terrível notícia que está para chegar. Que tempos são estes, em que é quase um delito falar de coisas inocentes.Pois implica silenciar tantos horrores!Esse que cruza tranqüilamente a rua não poderá jamais ser encontrado pelos amigos que precisam de ajuda?É certo: ganho o meu pão ainda,Mas acreditai-me: é pura casualidade.Nada do que faço justifica que eu possa comer até fartar-me.Por enquanto as coisas me correm bem[(se a sorte me abandonar estou perdido).E dizem-me: "Bebe, come! Alegra-te, pois tens o quê!"Mas como posso comer e beber,se ao faminto arrebato o que como,se o copo de água falta ao sedento?E todavia continuo comendo e bebendo.Também gostaria de ser um sábio.Os livros antigos nos falam da sabedoria:é quedar-se afastado das lutas do mundo e, sem temores,deixar correr o breve tempo. Mas evitar a violência,retribuir o mal com o bem,não satisfazer os desejos, antes esquecê-los é o que chamam sabedoria.E eu não posso fazê-lo. Realmente,vivemos tempos sombrios."...

Biografia - Igor Stravinsky - Gente que mudou a História

Igor Stravinski(Compositor russo)17/6/1882, Onanienbaum (atual Lemonosov), Rússia 6/4/1971, Nova York, EUA

"O Pássaro de Fogo" foi criado em 1910. É um belo poema sinfônico composto por Igor Fiodorovitch Stravinski. Quase cem anos depois, sua música exuberante ainda conquista vastas platéias no mundo todo. Se alguém quiser ouvi-la no cinema, é só assistir a uma das sessões do filme de animação "Fantasia 2000", em que os sons de Stravinski estão associados às mágicas imagens criadas pelos estúdios Disney. Filho de um cantor da Ópera Imperial e de uma pianista, Igor Stravinski começou a estudar música aos nove anos. Estudou direito na Universidade de São Petersburgo, mas nunca chegou a exercer a profissão de jurista. Estudou música com o compositor Rimski-Korsakov, que o apresentou ao coreógrafo Diaghilev, para quem compôs os balés "Pássaro de Fogo" e "Petrushka", em 1910 e 1911, respectivamente. O colorido e o dinamismo das novas composições causaram um vivo impacto no público. Em 1913, a estréia de "Sagração da Primavera" não obteve o mesmo êxito. Com coreografia de Nijinski, a obra apresentava dissonâncias de difícil assimilação para o público. Sua primeira ópera, "O Rouxinol", foi composta em 1914. Com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, Stravinski foi para a Suíça, onde compôs "História de um Soldado" e "Ragtime". Com a Revolução de 1917, Igor Stravinski abandonou a Rússia. Estabeleceu-se na França, apresentando-se como concertista e regente. No começo da década de 1920, casou-se com a atriz Vera de Bosset Soudeikini. Stravinski passou a compor num particular estilo neoclássico. São dessa época a ópera-oratório "Édipo-Rei", com texto em latim, e o melodrama "Perséfone", com texto de André Gide. Em 1939, Stravinski foi morar nos Estados Unidos, onde criou muitas composições sob encomenda. Nos anos 1950, adotou as técnicas musicais de Schoenberg e de Anton Von Webern. Criou a cantata Threni, em 1958, e no ano seguinte "Movimentos para piano e orquestra". Stravinski realizou sua última gravação em 1967, já com a saúde abalada. Morreu em 1971, aos 88 anos.

Pensamentos



pensador.info

"ENTRE ASPAS"

“NÃO RECEBO PARA SOFRER PELO FLAMENGO”


Escutei esta frase, de um Ator da Rede Globo,Flamenguista “curado”.
Ela me fez refletir o quanto ele está certo.
Quem tem que sofre pelo Fluminense,não somos nós torcedores,que amamos este time incondicionalmente,amamos por amor,nada mais.Lotamos estádios com chuva ou com sol,gerando receitas para o clube;pagamos para ser sócios,compramos camisas,enfim,fazemos tudo por amor ao Fluminense.Não recebemos para sofrer pelo Fluminense,pelo contrário,pagamos para que ele exista e seja sempre glorioso.
Quem tem que sofrer pelo Fluminense,são todos aqueles profissionais que, recebem para exercer uma atividade remunerada.Do mais humilde,à estrela maior,ou às estrelas maiores.Estes sim,foram contratados pelos salários combinados e,por obrigação contratual,têm que desempenhar o melhor do seu trabalho.Pois para isso foram contratados.
Nós torcedores,sempre fizemos a nossa parte,sem qualquer remuneração e,com muita alegria.Nos sentimos uma família,uma grande família TRICOLOR.
Lamentamos profundamente,quando a mesma dedicação,amor e, abnegação,não é desempenhada por aqueles que deveriam,sempre, fazê-lo.
Com absoluta certeza,ontem nós vimos um time,apático,preguiçoso,cumprindo apenas as horas de trabalho,para fazer jus aos seus altos salários.Não se admite que um time com a tradição do Fluminense,seja tão dispersivo,para não chamar de irresponsável em um jogo da importância que foi o de ontem.Mas isso nada diz,ou quer dizer aos seus jogadores ou comissão técnica.Cumpriram o seu horário de trabalho e,pronto.Vencer é um detalhe,mas jogar com dedicação,entusiasmo,vontade,é missão.
Após o jogo,é gerada uma frustração para nós torcedores,porém para eles jogadores e, comissão técnica,é ir para casa em seus carrões,ou tomar umas no meio do caminho,pois a noite foi cansativa e,enfadonha,pois tiveram que trabalhar em uma quarta-feira de cinzas.Isto é muito para eles.Pouco se importaram pelo menor esforço,pelo empenho que não existiu.Mais uma chance perdida,simplesmente pela irresponsabilidade destes “profissionais”,que como já falei,recebem regiamente,para fazer o melhor.
Coisa que nos decepciona,se tudo que sabem fazer,é o que fizeram ontem.
Com toda convicção,nenhum destes jogadores,tiveram a mínima frustração pelo que deixaram de fazer.Jogar bola.
Por isso e,outras coisas,que “NÃO RECEBO PARA SOFRER PELO FLUMINENSE”.
Isto,jamais vai diminuir o tamanho do meu amor pelo TRICOLOR,apenas,já algum tempo,vejo uma partida de futebol,como espetáculo,quando há espetáculo.Este é o máximo do meu envolvimento.
Amor e Paixão,pelo Fluminense,terei sempre,coisas que estas “estrelas”,nunca tiveram.
Na verdade,quem deveria estar sofrendo no Fluminense hoje,seriam eles,pois receberam salários e não executaram o serviço para que foram contratados.
Toda glória ao mais glorioso FLU.
O Fluminense continuará a sua linda trajetória,eles,nem lembrados serão com o tempo.
Por: Marco Kathita

Charge


Motim de guardas em Bangladesh

Motim de guardas que já matou cerca de 50 em Bangladesh se espalha ...
O Globo
NOVA DÉLHI e DACA - O motim de guardas especiais de fronteira de Bangladesh que deixou, na quarta-feira, cerca de 50 mortos em Daca se espalhou nesta quinta para outras partes do país. A revolta começou na capital, na manhã de quarta, após um tiroteio...

Não a ingerência dos EUA

Pequim rejeita relatório de Washington sobre direitos humanos

PEQUIM, China (AFP) — A China rejeitou nesta quinta-feira o relatório do departamento americano de Estado sobre a situação dos direitos humanos no planeta, que qualificou de "irresponsável" e "infundado".
"Este relatório ignora, deliberadamente, e deforma os fatos, como também ignora os esforços da China" nesta área, que são "amplamente reconhecidos pela comunidade internacional", diz a agência oficial Nova China.
O relatório anual do departamento de Estado diz que em matéria de direitos humanos a China "se manteve pobre e piorou em algumas áreas", citando a "repressão às minorias étnicas na região autônoma uigure de Xinjiang e no Tibete".

Se gritar pega ladrão,não fica um meu irmão...

Jarbas prepara discurso sobre ‘corrupção na política’

Fonte: Jornal Pequeno

Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) parece mesmo decidido a tornar-se um personagem incômodo no Congresso. Para evitar que o alarido das baterias amorteça as declarações que sacudiram Brasília na fase pré-carnavalesca, o senador decidiu subir à tribuna do Senado.
Prepara um discurso azedo. Pretende detalhar as perversões que desvirtuam a ação dos partidos políticos. Práticas que arranhou em entrevista veiculada há dez dias.
Para Jarbas, não se deve permitir que o Carnaval funcione como anestésico contra um debate que considera "urgente e inevitável". O senador trata a corrupção como "um tumor", que precisa ser "lancetado". No discurso, pretende ultrapassar as fronteiras do PMDB.
Vai mencionar, por exemplo, um flagelo que infelicita os governos estaduais e também o federal: o assédio dos partidos às arcas do Estado. "Por que determinados partidos procuram governadores e presidentes da República para pedir espaço em diretorias financeiras de estatais?", pergunta Jarbas.
"Qual é a explicação lógica, a justificativa racional para que um partido como PMDB reivindique o comando e diretorias financeiras de uma estatal como Furnas?"
A resposta às questões que o senador vai levantar, por óbvia, é conhecida até dos mármores que forram o prédio do Senado. Os políticos acercam-se dos cofres das estatais para desviar verbas públicas. Em português claro: para roubar.
Jarbas conhece o problema de perto. Conta que, à época em que governou Pernambuco, legendas que o apoiavam apresentaram demandas do gênero. Diz ter resistido: "Jamais admiti entregar estatal a partido político. Minas escolhas sempre recaíram sobre nomes técnicos".
Dirá no discurso que o Congresso deveria aprovar uma lei que impusesse pela força o que muitos governantes deixam de fazer por bom senso. "Deveríamos ter uma norma consagrando o entendimento de que diretoria financeira de estatal - pequena, média ou grande - nunca pode ir para partido político".
Acusado pelo PMDB de produzir acusações "genéricas", Jarbas dá de ombros. Diz que não é "auditor". Acrescenta:
"Não estou atrás de nomes para dar. Meu interesse é o de combater práticas danosas, extirpar do meio político os usos e os costumes perniciosos".
Afora o discurso, o senador articula com os deputados Fernando Gabeira (PV-RJ) e Gustavo Fruet (PSDB-PR) a constituição de um grupo suprapartidário anticorrupção. A trinca organiza para a semana que vem um encontro no qual a ação do grupo será esboçada.
Mal acomodado nos quadros do PMDB, Jarbas vai ao encontro com uma preocupação: "Essa reunião não pode ser confundida como o embrião de um novo partido. Isso pode até surgir mais à frente, não nessa fase (...) Agora, todo o nosso esforço deve se voltar para o combate à corrupção e às práticas políticas nocivas (...) É preciso desnudar diante dos olhos da nação esse esquema nefasto dos partidos para alcançar os cofres do Estado".

A grade campeã do carnaval - SALGUEIRO

Após 16 anos, Salgueiro conquista a glória no Carnaval do RIo

Bruna Talarico e Fernanda Thurler, Jornal do Brasil

RIO - Repique, tamborim, surdo, caixa e pandeiro devolveram ao Salgueiro – e à Zona Norte da cidade – o título máximo do Carnaval carioca. Depois de 16 anos de jejum, um desfile fez a Sapucaí tremer ao ritmo do Tambor da Furiosa (como é chamada a bateria da vermelho-e-branca), na madrugada de terça-feira. A escola de samba da Tijuca levou para casa, além do troféu de campeã do Grupo Especial, a vantagem homérica de um ponto sobre a segunda colocada, a Beija-Flor de Nilópolis, consagrada com seis dos últimos 10 títulos.
– Desde 1993 estávamos esperando, e agora o Salgueiro é novamente campeão. Nada melhor do que levar o título e, além disso, ter uma margem de vantagem tão grande – reforçou Quinho, intérprete do samba que fez a Sapucaí toda cantar a história do tambor e também levantou a Avenida no último título da escola, com o enredo Peguei um Ita no Norte. – Meu coração foi o próprio tambor, só que bate descompassado desde o desfile na Avenida. E foi lá que a gente ganhou esse Carnaval.
A cada nota 10 anunciada – e foram 32 ao longo da apuração na tarde desta quarta-feira no Sambódromo – a mesa onde a cúpula da agremiação se reunia para acompanhar o resultado tremia, vibrava e oscilava entre risos e lágrimas na mesma medida em que constatava a distância que se formava entre Salgueiro (1º lugar, com 399 pontos) e as outras duas favoritas. Além da Beija-Flor (2º lugar, com 398), Portela (3º lugar, com 397,9) e Vila Isabel (4º lugar, com 397,6) também eram fortes candidatas ao título.
– A comunidade confiou em mim a presidência da escola e, agora, esse é o meu presente para ela – disse Regina Durán, há um ano presidente do Salgueiro, enquanto abraçava, muito emocionada, outros membros da diretoria logo após o anúncio da última nota. – É uma grande vitória. O Salgueiro e o Brasil esperavam muito esse título. Aqui somos todos uma grande família, e eu não fiz nada sozinha.
Com a responsabilidade de definir o vencedor em um eventual empate, o mestre-sala Ronaldinho e a porta-bandeira Gleice Simpatia contavam cada ponto que a tijucana somava. Apesar de a vitória estar praticamente garantida – o título foi festejado na quadra antes mesmo do anúncio oficial – o casal acompanhou com ansiedade o término da apuração e a perda de um décimo na categoria que representaram.
– Agora é esperar a justificativa dos jurados para essa perda, e aí consertar no próximo ano – resumiu Gleice, de bandeira em punho e mãos dadas com seu parceiro de Carnaval. – Mas a gente conseguiu. Agora é só alegria.
A rainha de bateria Viviane Araújo, que desfilou acompanhando a Furiosa de tamborim em punho e chegou a machucar o ombro durante a passagem do Salgueiro pela Sapucaí, não soltava as mãos da presidente da escola, Regina Durán.
– É um momento único, inexplicável – dizia, chorando. – Já são 15 anos que eu desfilo na avenida, e é a primeira vez que sou campeã. Mas o mais legal de tudo, no fundo, é ver que as outras escolas concordaram com o nosso título. Isso sim é ser vencedor.
Segundo-lugar com classe
Na Beija-Flor, a decepção bateu quando foram abertos os envelopes que avaliaram o enredo. A escola de Nilópolis perdeu nove décimos apenas neste quesito. As notas 10 que a agremiação recebia não eram comemoradas. Na mesa da diretoria, a esperança estava na voz de Neguinho da Beija-Flor.
– Quero ver quando a banana começar a comer macaco e o poste começar a fazer xixi no cachorro. Tudo é possível – dizia o intérprete no momento em que a escola amargurava a terceira colocação.
O clima de confiança surgiu apenas na metade da apuração, quando a Vila Isabel também perdeu nove décimos no quesito samba-enredo e a Beija-Flor marcou quatro notas 10, passando para o segundo lugar. Dali para a frente, o objetivo era secar a escola adversária. A desvantagem chegou a cair para sete décimos, mas a então bicampeã não conseguiu tirar a diferença que, no final, chegou a um ponto.
– Eu perdi o Carnaval no enredo. Como vou recuperar nove décimos em um desfile parelho desses? – lamentou o presidente da Beija-Flor, Farid Abrahão David. – Não estou chorando porque é um julgamento subjetivo, mas o Salgueiro fez um grande desfile, acho que é merecedor.

Ação do BB em alta

Ação do BB entre as maiores altas do Ibovespa

Por Giuliana Napolitano

A ação do Banco do Brasil subia cerca de 3% hoje, por volta das 13h30 (uma das maiores altas entre os papéis do Índice Bovespa nesse horário), depois de o banco ter divulgado que teve um lucro recorde de 8,8 bilhões de reais em 2008. Tenho ouvido diversos analistas de corretoras e executivos de bancos e gestoras de recursos para saber quais são as perspectivas deles para a Bovespa em 2009 - e muitos falam bem das operações do BB. Dizem, por exemplo, que o banco tem um grande potencial de crescimento por ter uma enorme base de clientes ainda pouco explorada comercialmente.
Outro ponto positivo são as aquisições que o Banco do Brasil fez recentemente (da Nossa Caixa, do Votorantim, do Besc e do Banco do Piauí). Apesar de a compra da Nossa Caixa ser considerada cara por alguns analistas, as demais saíram num preço visto como razoável e podem aumentar as receitas e os lucros do BB no futuro. Francisco de Andrade, sócio da gestora de recursos Nest, de São Paulo, também destaca ainda a parte agrícola do BB: "A provável recuperação dos preços das commodities agrícolas neste ano deve beneficiar o banco."
Não há riscos então? Claro que há. O principal dele é o político. Muitos desses profissionais que entrevistei pensam duas vezes antes de comprar ou recomendar a compra das ações do BB pelo fato de a instituição ser controlada pelo governo. Eles acham que, em algum momento, o interesse do acionista pode ficar em segundo plano. Essa é uma das razões que fazem a ação do BB ser mais barata que a de seus principais concorrentes (Bradesco, Itaú e Unibanco).
Outro risco para o BB não tem nada a ver com o banco, nem com o Brasil, mas com a situação do setor financeiro mundial. Novas notícias de problemas com bancos no exterior podem fazer as ações dos bancos brasileiros caírem, como ocorreu nos últimos meses.

Leve recuperação

Ações da Abyara fecham em alta

Por Guilherme Fogaça

Depois de caírem cerca de 20% no período da manhã, as ações da Abyara fecharam o dia com uma valorização de 1,5%. À primeira vista, a aquisição do controle da Abyara pela parceria formada entre o espanhol Enrique Bañuelos e a Agra desagradou o mercado porque o valor pago por ação foi 60% menor do que a cotação do dia anterior ao fechamento do negócio. "O valor da venda mostrou que os próprios controladores achavam que a empresa valia menos do que o mercado acreditava", diz um analista.
Ao longo do dia, porém, os investidores começaram a enxergar os benefícios da mudança. Com o aporte líquido de 100 milhões de reais e as reestruturações que estão sendo feitas, o nível de endividamento da empresa, que era motivo de preocupação para a maioria dos analistas, passará de 124% para 18% do valor do patrimônio. Para conseguir isso, a empresa fez uma série de mudanças: vendeu 50% de seu estoque de terrenos (agora é de 2,5 bilhões de reais), reduziu o número de funcionários de 450 pessoas para 150 pessoas e deixou de ocupar quatro andares do edifício comercial onde está instalada para ocupar apenas dois. "A empresa estava preparada para um crescimento que não veio, e agora está se adequando a uma nova realidade de mercado", diz Marcelo Paracchini, diretor-presidente da Veremonte, holding brasileira do espanhol Enrique Bañuelos.